Segunda-feira, 22 de novembro de 2021 - 13h49
Durante o pico da covid-19, o governo federal destinou bilhões
de reais aos estados para o enfretamento da pandemia, mas nem todos os gestores
teriam aplicado corretamente os recursos públicos. Logo pipocaram denúncias
envolvendo o mau uso do erário, levando o Senado a instaurar uma Comissão
Parlamentar de Inquérito para apurar o caso.
A CPI investigou tudo, menos, é claro, aqueles que realmente
deveriam ter sido investigados, deixando, portanto, de cumprir a função para a
qual foi criada, preferindo mirar sua artilharia na direção do Palácio do
Planalto, apesar da insistência do senador Marcos Rogério para que os nove
governadores fossem convocados, mas o representante de Rondônia foi atropelado
pela turma do deixar estar, para ver como vai ficar, e por uma decisão do
Supremo Tribunal Federal (STF), que barrou a convocação. Não sem motivo a CPI logo
ganhou o jocoso e sugestivo apelido de “CPI do Circo.
Quem achava que tudo acabaria em pizza, porém, caiu do cavalo. A
Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte resolveu mergulhar de cabeça no
pântano e o que se descobriu até agora é capaz de fazer o diabo se benzer. Um
vídeo, divulgado pelo senador rondoniense Marcos Rogério, revela que a podrão
correu solta. Segundo ele, milhões de reais teriam sido usados em compras
superfaturas e, o que é pior, na aquisição de materiais que jamais foram
entregues. Enquanto mingam os recursos para dotar o sistema de saúde de uma
feição mais humanizada, avolumam-se os escândalos envolvendo esse sensível e importante
setor da administração pública.
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