Segunda-feira, 11 de novembro de 2024 - 09h10
É impressionante a capacidade que
tem alguns políticos brasileiros para se adaptarem ao ambiente em que vivem. A
isso se chama de mimetismo, característica, aliás, muito comum no reino animal por
algumas espécies tanto para se defenderem de eventuais predadores como também
para se aproximarem de suas presas.
Um exemplo de mimetismo clássico
pode ser observado na conduta do presidente Lula. Às vésperas da eleição para a
presidência dos Estados Unidos, o petista revelou publicamente sua preferência
pela candidata Kamala Harris, dizendo que a democrata era uma opção mais seguro
para o regime, enquanto a vitória de Donaldo Trump representava a volta do
nazismo e do fascismo ao poder.
Confirmada a vitória do republicano,
Lula logo voltou atrás, mudando rapidamente o conteúdo do discurso, dizendo que
o retorno de Donald Trump à Casa Branca simbolizava a voz do povo, que deve ser
respeitada sempre, pois o mundo precisa de diálogo, como se fosse possível
dialogar com nazistas e fascistas.
Outro exemplo de mimetismo. No
primeiro turno da eleição para a prefeitura de Porto Velho, a candidata Mariana
Carvalho (União Brasil) tinha o apoio de doze partidos e, de quebra, ainda
contou com a ajudar de importantes cabos eleitorais, como o prefeito da
capital, Hildon Chaves, o governador do estado de Rondônia, Marcos Rocha, e o
ex-presidente Jair Bolsonaro. Enquanto isso, Léo Moraes (Podemos) seguia
sozinho. No segundo turno, Mariana teve o apoio do terceiro e do quinto
colocados no primeiro turno.
Nos dois turnos, Léo Moraes
apanhou feito cachorro sem dono. Eleito com quase trinta e cinco mil votos de
diferença, Léo passou a ser bajulado, paparicado e endeusado, principalmente
por vereadores que lhe viraram as costas no primeiro turno. Hoje, quase todo
mundo quer ser fotografado ao lado dele.
O livro de Provérbios ensina que o que guarda a boca e a língua guarda a
sua alma das angústias. A língua é um órgão capaz de dar vida ou de levar à
morte. Por isso, precisamos aprender a usá-la adequadamente para abençoar o
nosso irmão e para adorar o Senhor. Eis aí dois exemplos de mimetismo deslavado,
mas há outros. A lista é extensa.
Ausência justificada, agradecimentos reiterados!
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