Sexta-feira, 2 de maio de 2008 - 12h02
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, informou que irá mandar para o Congresso Nacional a proposta de aumento para cerca de 800 mil servidores do Executivo. Porém, o aumento para as chamadas carreiras de Estado, ainda não há previsão, porque os representantes ainda tentam fechar acordos com o Ministério do Planejamento. O ministro admitiu que será necessário pedir dinheiro extra para fazer valer negociações em andamento.
Na proposta orçamentária deste ano há R$ 3,4 bilhões reservados a reajustes do funcionalismo. O pacote que atinge os quase 1 milhão de funcionários abrange 17 categorias e tem um impacto estimado em R$ 2,1 bilhões.
Para o deputado Eduardo Valverde, depois de tantos anos sem o funcionalismo receber qualquer reposição salarial, a notícia chega em boa hora, pois segundo ele, é necessário fazer uma recuperação das carreiras públicas, mesmo significando um esforço fiscal grande agravado com o fim da CPMF.
" Há limitações com o fim da CPMF, pois se tirou uma parte importante da arrecadação do Governo. Enquanto há uma pressão de um lado dos servidores, há também uma pressão da sociedade para não aumentar a carga tributária, para não elevar imposto. É preciso essa balança precisa está muito afinada", frisou.
Confira as carreiras que serão beneficiadas nessa etapa de reajustes
Plano Geral de Cargos do Poder Executivo, Plano Especial de Cargos da Cultura, Plano de Carreira dos Cargos Técnico-administrativos em educação, carreira de Magistério Superior, cargos do Departamento de Polícia Federal, carreira Policial Rodoviário Federal, Agência Brasileira de Inteligência, quadro de pessoal do hospital das Forças Armadas, Funasa, Incra, Perito Federal Agrário, carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho, carreira de Fiscal Federal Agropecuário, cargos de Agente de Inspeção Sanitária e Industrial de Produtos de Origem Animal, Agente de Atividades Agropecuárias e Técnico de Laboratório do quadro de Pessoal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento(MAPA), cargos do Magistério do ensino básico, técnico e tecnológico, abrangendo os professores de 1º e 2º graus do quadro de pessoal das instituições federais de ensino subordinadas ou vinculadas ao Ministério da Defesa, e cargos efetivos de professor de 1º e 2º graus, oriundos dos extintos Territórios do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima.
Os militares também receberão aumento o que elevará a folha de pagamento do Governo Federal para R$ 4,2 bilhões. O índice médio de aumento ficou em 47,19%. A maior remuneração bruta será de R$ 15.048,19, dos oficiais generais de quatro estrelas. Os recrutas, cabos não engajados e soldados terão percentuais que variam de 54,72% a 137,83%. Assim como os civis, os servidores militares aguardam o envio do texto por Projeto de Lei ou Medida Provisória ao Congresso.
Fonte: Leila Denise
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