Quinta-feira, 18 de maio de 2017 - 09h02
Minas 247 - A delação premiada feita pelo empresário Joesley Batista revela o pagamento de propinas que chegam a R$ 60 milhões destinadas a dar suporte à campanha presidencial do senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG) em 2014.
Segundo o jornalista Lauro Jardim, do Globo, os repasses envolveram notas fiscais frias de diversas empresas que também teriam comprado o apoio de vários partidos para apoiar candidatura tucana.
Nesta quarta-feira, Joesley apresentou ao ministro Edson Fachin, do STF, gravações que revelam Aécio pedindo R$ 2 milhões em propina para pagar advogados no âmbito da Lava Jato.
O empresário também teria entregue à Justiça gravação de Michel Temer avalizando o pagamento de uma espécie de mesada para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso e condenado a mais de 15 anos de prisão pela Lava Jato.
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