Quinta-feira, 18 de maio de 2017 - 13h16
247 - O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, aceitou o pedido da Procuradoria Geral da República e abriu investigação contra Michel Temer por obstrução à Justiça. A primeira informação foi dada pelo site Buzzfeed Brasil.
O inquérito foi aberto após a delação bombástica do empresário Joesley Batista, da JBS, que afirmou a Fachin ter gravado uma conversa em que Temer apoia a compra do silêncio de Eduardo Cunha na prisão. "Tem que manter isso, viu?", disse Temer, segundo Joesley.
A obstrução à Justiça não foi o único crime cometido por Temer, que também passou informação privilegiada a Joesley, sobre o corte da taxa básica de juros (Selic) que ainda seria feito pelo Copom, do Banco Central.
O nome de Temer já esteve envolvido anteriormente na Lava Jato, mas ele não chegou a ser formalmente investigado a Constituição diz que somente atos realizados durante o mandato são passíveis de apuração Judicial.
No caso em questão, apesar de suspeito de obstrução à Justiça, a PGR não pode pedir a prisão de Temer. Como presidente ele só pode ser recolhido ao cárcere após ser condenando.
No entanto, caso ele seja denunciado e o STF aceite a denúncia, transformando-o em réu, ele fica suspenso do mandato presidencial.
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