Quinta-feira, 18 de maio de 2017 - 06h27
O secretário de Cooperação Jurídica Internacional do Ministério Público Federal, Vladimir Aras, auxiliar direto do procurador-geral da República Rodrigo Janot, começou a fazer pregação da renúncia do presidente Michel Temer já na noite de quarta-feira (17), em sua conta no Twitter, após a notícia de que ele teria dado aval à compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, que se encontra preso em Curitiba. “Diante de uma denúncia tão grave, a solução adequada em qualquer lugar do mundo seria a renúncia”, escreveu Aras.
O jornal O Globo informou que o empresário Joesley Batista, um dos donos do frigorífico JBS, gravou uma conversa em que relata a Temer o pagamento de mesada a Cunha e ao doleiro Lucio Funaro, um dos operadores da Lava Jato preso na Papuda, em Brasília, em troca do silêncio de ambos. Temer respondeu, segundo o jornal: “Tem que manter isso, viu?”
A Procuradoria-Geral da República ainda não confirmou nem comentou a veracidade da informação sobre a gravação, que seria parte de tratativas para um acordo de delação premiada de Joesley e de pessoas ligadas à JBS.
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