Terça-feira, 16 de maio de 2017 - 05h20
As áreas reservadas por mineradoras para pesquisa e lavra em terras indígenas e no seu entorno somam 37 milhões de hectares, ou 370 mil quilômetros quadrados – o equivalente ao território do estado do Mato Grosso do Sul e próximo ao de países como o Paraguai. Isso também representa 32% do total das terras indígenas do país. As empresas aguardam a regulamentação pelo Congresso Nacional da mineração em áreas ocupadas por índios para iniciar a pesquisa e a lavra em grande escala.
A empresa com maior área reservada para pesquisa, a Mineração Silvana, conta com 6,5 milhões de hectares – quase a totalidade para ouro. São 734 áreas distribuídas em seis estados, a maioria no Norte e no Centro-Oeste. Em segundo lugar está a Vale S/A, com 2,1 milhões de hectares, sendo 1,8 milhão para ouro. São 223 áreas em sete estados, quase a totalidade no Pará.
O mineral que desperta o maior interesse das mineradoras é o ouro, com um total de 18,5 milhões de hectares reservados para pesquisa, seguido de cobre, cassiterita, chumbo e estanho. Na divisão por estado, a liderança é do Pará, com 18,3 milhões de hectares, seguido do Amazonas, com 9,1 milhões. Clique AQUI e leia matéria completa e exclusiva do jornal GAZETA DO POVO.
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