Quarta-feira, 23 de outubro de 2024 - 14h48
A intervenção assistida
por animais é uma prática terapêutica que utiliza a interação entre humanos e
animais para promover benefícios físicos, emocionais e psicológicos, auxiliando
na reabilitação e tratamento de diversas condições. Para discutir esse tema, o
médico-psiquiatra dr. Luiz Dieckmann e a neurologista dra. Paula Dieckmann
convidam Emi Parente, especialista em intervenção educacional assistida por
cães e fundadora do programa Alice – PATAE (Programa Alice Terapia Assistida
Educacional), para o episódio "Cães que curam: o impacto da intervenção
assistida" do Biolab Cast Conectados. Neste episódio, os especialistas
exploram os benefícios da interação com cães de terapia em diferentes
contextos. O Conectados é uma iniciativa da Biolab Farmacêutica, e da sua divisão
de saúde animal, Avert® Biolab Saúde Animal.
O projeto Alice, em
parceria com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), realiza intervenções
assistidas para animais com pacientes oncológicos, promovendo o bem-estar
físico, mental e social. Além disso, o projeto oferece suporte e inclusão
social por meio de duplas de voluntários, compostos por cães e tutores
treinados, que atendem alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA),
Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Síndrome de Down e
depressão.
A fundadora do
projeto explica que qualquer animal de companhia pode ser treinado, desde que
receba os cuidados adequados e estejam em boas condições de saúde. Durante as
sessões, os animais atuam como facilitadores, promovendo a comunicação, socialização,
relaxamento e estimulação dos pacientes. Eles são treinados para atender às
necessidades específicas de cada pessoa, garantindo um ambiente seguro e
acolhedor.
Para a dra. Paula
Dieckmann, a presença de animais em momentos delicados tem um impacto
significativo na inclusão e reintrodução social, gerando resultados benéficos
tanto em pacientes com câncer quanto no campo educacional com crianças
atípicas, incluindo aqueles dentro do espectro autista e não verbal, o quanto
essa abordagem é eficaz.
"Uma das áreas em
que atuamos com pacientes oncológicos é a de cuidados paliativos, um espaço
muito sensível e, os animais chegam para dar outro propósito aos pacientes.
Muitos deles estão em estado de negação, e é com a intervenção dos animais que
eles conseguem amenizar esse sentimento. Em alguns casos, há até maior
facilidade do tratamento por meio desse estímulo positivo", detalha Emi
Parente.
Dr. Luiz Dieckmann
reforça a importância do equilíbrio entre o bem-estar físico e psicológico.
"É fundamental que haja harmonia entre a saúde física e mental. Se a saúde
física está em ordem, mas há um distúrbio emocional presente, o bom estado
físico por si só não será suficiente para o pleno funcionamento do indivíduo. E
podemos ver como os animais atingem profundamente nossos corações",
conclui o especialista.
Para saber mais,
confira o podcast na íntegra, acesse: https://youtu.be/cAdUvKP0lLs
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