Sábado, 16 de janeiro de 2010 - 14h44
Agosto de 1909
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Dia 18
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Os expedicionários chegaram na foz do rio Jaci-Parná, iniciando sua subida com dificuldade devido a vazante e a velocidade da correnteza, avançavam lentamente por todos restantes dias do mês de Agosto.
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Setembro de 1909
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Dia 02
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Encontravam-se a 137 quilômetros da foz, haviam passado pelo barracão sede do seringal Esperança, eram 16 horas, quando ouviram gritos de socorro provenientes da canoa que seguia na frente, com rapidez acudiram, reembarcando dois homens que se debatiam na água, repetindo: “são os índios!” O tenente Amílcar, o único que estava armado com sua carabina disparou tiros para o ar, afugentando os atacantes índios Caritiana. Na canoa, alvo do ataque, encontravam-se feridos Dr. Paulo Santos, com três flechadas no braço esquerdo causando grandes ferimentos e uma no abdômen com menor gravidade. Outro ferido Eugenio Martins Afonso atingido de leve na coxa esquerda e o terceiro ferido, Jose da Silva, caiu no rio, foram feitas buscas para encontrá-lo, como já começava a escurecer, resolveram acampar para prestar assistência aos feridos.
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Dia 03
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Foram equipados duas canoas, uma para procurar o desaparecido e outra para levar os dois feridos ao barracão do seringal Esperança, solicitar auxilio para conduzir a Sato Antonio, de onde seguiram para Manaus. A primeira retornou à 15 horas trazendo o cadáver de Jose da Silva, o qual apresentava um profundo ferimento de flecha na costela. Com pesar, foi sepultado na barranca do rio. Sua morte produziu grande pavor no pessoal, a partir daí em diante seguiram sem contar com assistência médica, tendo o comandante decidido que quem adoecesse retornaria a Santo Antonio, assim dos 25 expedicionários apenas 12 chegaram ao ponto final da exploração.
Os trabalhos para alcançar a cabeceira do Jaci, vencendo corredeiras e em algumas descarregando as embarcações e puxando-as a sirga. Nas inúmeras cachoeiras eram abertos varadores contornando-as e por estes eram arrastados as embarcações e transportados nas costas os víveres e os equipamentos. Percorrido 195,7 km acamparam próximo a cachoeira criminosa deixando o batelão e construindo uma canoa. Estabeleceram de modo escalonado de distancia a distancia depósitos de gêneros para reduzir a carga das canoas facilitando suas flutuações no rio cada vez mais raso e obstruído por pedras e pedregulhos. Ao atingirem 204 km de exploração chegaram ao barracão do seringal 02 de Junho.
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Outubro de 1909
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Dia 18
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Chegaram ao barracão União do Boliviano Fidel Claure Baça, a 252 km da foz, estabelecendo um depósito de gêneros alimentícios, prosseguindo para o seringal Santa Cruz o ultimo existente, a partir daí começava a zona totalmente selvagem. Não havendo mais condições de navegação, deixaram as canoas neste seringal, seguindo por terra abrindo uma picada de 36 km, no final da qual acamparam. Continuaram a abertura do varadoro atingindo 328 km de levantamento do rio Jaci-Paraná.
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Novembro de 1909
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Dia 20
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Assentaram o acampamento de Campo Grande em frente a cachoeira do mesmo nome a expedição que estava reduzida a dez expedicionários, ali permaneceram aguardando a chegada do pessoal da Seção Sul.
Dos estudos realizados foi constatado que as cabeceiras do rio Jaci-Paraná conforme constavam nas cartas geográficas, no ponto em que o paralelo 10º é cruzado pelo meridiano de 20° a Oeste, na realidade ali passa o rio Jamarí. O paralelo 10° de latitude Sul, atravessava o Jaci-Paraná, após o meridiano 21º de longitude Oeste. Como já ficou citado esse erro dos mapas, exigiu a reformulação do projeto do percurso da linha telegráfica e o coronel Rondon com seus comandados se dirigem ao Rio Madeira descendo o rio Jamarí.
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Janeiro de 1910
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Dia 22
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Receberam o despacho do Coronel Rondon autorizando-os a levantar o acampamento e se dirigirem para Santo Antonio e daí para o Rio de Janeiro.
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Dia 26
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Deixaram o acampamento de Campo Grande, após cinco meses e oito dias de permanência no vale do Jaci-Paraná.
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Fevereiro 1910
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Dia 12
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No Rio de Janeiro o capitão Manual Teófilo da Costa Pinheiro, dava por concluídos os trabalho de exploração e levantamento do rio Jaci-Paraná e dissolvia a Seção Norte da 3ª Expedição da Comissão Rondon.
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