Segunda-feira, 20 de janeiro de 2025 - 14h18
Novos MEI são os
alvos preferidos de criminosos que se aproveitam daqueles que ainda não estão
totalmente familiarizados com as obrigações financeiras
O início do ano é o
período em que muitos criminosos se aproveitam para aplicar golpes. Isso
acontece porque essa é uma época de alta movimentação financeira, uma
oportunidade para criação de falsas cobranças que se confundem com despesas
reais.
Para quem já
empreende o momento também requer atenção tendo em vista que o começo do ano
também é o momento para regularizar pendências financeiras acumuladas. Com uso
de táticas de pressão e mensagens alarmistas, os golpistas enviam mensagens que
se destacam pelo tom de urgência ou ameaças de multas e bloqueios.
Também é nesse
período que muitos empreendedores decidem se formalizar como
Microempreendedores Individuais (MEI) ou fazer ajustes em seu pequeno negócio.
Os MEI são
sistematicamente abordados por mensagens que oferecem descontos para pagamento
de tributos com uso do PIX, links falsos, cobranças indevidas, entre outras
fraudes. O Sebrae orienta que os donos de pequenos negócios devem ficar atentos
ás mensagens enviadas pelo whatssapp. E-mail, correspondência e SMS. Na dúvida,
a recomendação é buscar informações nos canais oficiais do Sebrae e do governo
federal.
Um dos golpes mais
comuns é o envio de falsas guias de pagamento do Documento de Arrecadação do
Simples Nacional (DAS-MEI). Clientes do Sebrae que são MEI costumam receber
mensagens do Sebrae com o lembrete do dia de pagamento. Nesse caso, indica-se a
emissão do boleto no portal do Sebrae. O microempreendedor também tem a opção
de gerar a guia DAS-MEI tanto pelo Portal do Empreendedor, do governo federal,
como pelo app MEI, da Receita Federal, ou ainda pelo app Meu Sebrae.
Quatro golpes comuns contra os MEI
1. Sites falsos para abertura de MEI
Os golpistas criam
páginas falsas, simulando a identidade visual dos portais oficiais do governo,
e cobram pela formalização do MEI. A formalização do MEI é sempre feita pelo
portal Gov.br, de forma gratuita. O CNPJ é criado instantaneamente e não há
nenhuma necessidade de pagamento de taxa.
Existem, também,
empresas que oferecem o serviço de assistência para a abertura da empresa, mas
que cobram valores muito acima do mercado, tornando o processo caro e inviável.
“O Sebrae realiza esse serviço gratuitamente pelo 0800 e nos pontos de
atendimento presenciais”, lembra o gerente de Relacionamento, Enio Pinto.
2. E-mails com
solicitação de retificação
Fraudadores costumam
enviar e-mails solicitando que o microempreendedor faça correções na Declaração
Anual do Simples Nacional do MEI (DASN SIMEI), ou informando sobre pendências
em sua declaração de Imposto de Renda. Eles aproveitam para incluir links e
anexos maliciosos para infectar seu computador e obter acesso aos seus dados
pessoais e bancários.
3. Cobranças de
filiação ou taxas associativas indevidas
Esse golpe costuma
acontecer por e-mail, telefone, SMS ou WhatsApp. Os golpistas dizem que o MEI
deve um saldo referente a uma taxa anual associativa (tipo de taxa paga a
associações comerciais ou empresariais) e enviam uma forma de pagamento, como um
código do PIX ou código de barras.
“Lembramos que a
condição de MEI não obriga ninguém a contribuir com qualquer associação por
conta da abertura da empresa”, ensina o gerente. A situação é diferente quando
o profissional decide por ele próprio se associar
4. Propostas de
empréstimos
Caso você precise de linhas de crédito ou
empréstimos, procure por empresas já consolidadas no mercado. Tenha bastante
cuidado na hora de fazer solicitações pela Internet, certificando-se de estar
no site oficial dessas empresas. Se possível, prefira solicitar pessoalmente.
Algumas instituições financeiras e o próprio governo podem oferecer propostas
de crédito a taxas menores. Entretanto, é recomendado que o empresário sempre
desconfie de ofertas pelo WhatsApp, SMS ou redes sociais.
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