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Economia

SIMPI evolui e cria vagas para atender 15 milhões de MEI’s Micros e Pequenas Empresas


SIMPI evolui e cria vagas para atender 15 milhões de MEI’s Micros e Pequenas Empresas - Gente de Opinião

O SIMPI inicia 2025 com grandes transformações e uma nova fase de crescimento voltada ao fortalecimento dos micros e pequenos empresários. A associação nacional vem ganhando força e se reinventando com iniciativas que vão muito além das nossas fronteiras e, em breve, também do país. Desde novembro do ano passado, o SIMPI tem trabalhado intensamente para ampliar sua atuação e oferecer soluções práticas, acessíveis e transformadoras aos empreendedores. O SIMPI evoluiu — e mudou pra muito melhor. A estrutura atual agora conta com uma gama completa de serviços, todos reunidos em uma única plataforma digital. Os associados têm à disposição atendimentos nas áreas tributária, civil e contábil, além de programas de capacitação profissional e universitária, como o Educa SIMPI (Universidade Corporativa SIMPI). Também fazem parte do novo pacote de soluções o acesso à área de saúde, com serviços de telemedicina, linhas de crédito, e ainda apoio ao comércio e mercados internacionais, abrindo portas para exportação e parcerias fora do Brasil. O mais interessante é que essa nova estrutura já está sendo implantada em outros países, como Estados Unidos, Portugal, Japão e China, permitindo que brasileiros que vivem fora do país também possam utilizar o sistema e os serviços da instituição. Com sede em processo de implantação em Brasília e representações se espalhando por todo o território nacional, o SIMPI de Rondônia segue alinhado ao movimento nacional da instituição. Até junho deste ano, cerca de 3.000 credenciados estarão em campo levando soluções diretamente aos empresários. A meta é ambiciosa: até dezembro, 5.000 profissionais credenciados deverão estar ativos, garantindo que cada município brasileiro conte com, pelo menos, um representante. Esses credenciados terão papel fundamental: visitar empresas, apresentar oportunidades de negócios, ajudar na formalização de empreendimentos informais e conectar os empresários com clientes, fornecedores e instituições. Um verdadeiro movimento de transformação que visa fortalecer o setor e combater a informalidade com soluções acessíveis — as mensalidades dos serviços variam entre R$15,00 e R$50,00, de acordo com o perfil da empresa. O SIMPI quer — e vai — estar ainda mais próximo dos empresários rondonienses, oferecendo acesso a informações estratégicas sobre finanças, tributos, legislação, economia, meio ambiente e saúde e, tornando-se uma ponte entre os desafios do dia a dia e as soluções de verdade. A promessa feita em novembro de 2023 está sendo cumprida com seriedade e resultados. O SIMPI de Rondônia se coloca hoje como parte ativa dessa revolução no apoio aos pequenos negócios. As instituições que compõe a FEMPI estarão abertas a todas as empresas, de qualquer porte ou setor, com o compromisso de promover o crescimento sustentável, competitivo e acessível. O futuro chegou — e com ele, um SIMPI muito mais forte, estruturado e preparado para fazer a diferença.

Assista: https://youtu.be/Ns1Bal_-XLs

 

Como as empresas podem se prevenir perante incertezas econômicas

O professor Hudson Bessa abordou o tema da incerteza no atual cenário econômico global, destacando os impactos da volatilidade, especialmente após a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. Segundo Hudson, essa volatilidade é caracterizada pela grande oscilação nos preços dos ativos, como ações e commodities, e pelo comportamento errático do ex-presidente dos EUA, que, muitas vezes, anunciava medidas, como tarifas, apenas para recuar em seguida. Esse ambiente de incerteza é exacerbado por declarações e atitudes inesperadas, como, por exemplo, a recente sugestão de Trump sobre a Groenlândia. Em um cenário assim, a instabilidade geopolítica soma-se à volatilidade econômica, o que leva a um aumento nas taxas de juros. Para Hudson, quando a previsibilidade da economia é baixa, os investidores exigem uma maior remuneração pelo risco de emprestar dinheiro, resultando em taxas de juros mais altas, o que torna o crédito mais caro. Além disso, ele explica que, devido à paridade das taxas de juros no mercado internacional, se os Estados Unidos aumentarem suas taxas, outros países, como o Brasil, podem ser obrigados a fazer o mesmo. Isso cria um desafio adicional para a redução das taxas de juros no Brasil, que, embora esteja no início de um ciclo de diminuição, ainda enfrenta dificuldades devido ao cenário global. Hudson alerta que, em um cenário de maio incerteza e juros mais elevados, as receitas das empresas podem ser afetadas. As vendas projetadas podem não se concretizar, o que resultaria em uma redução nas receitas e, consequentemente, em menor fluxo de caixa. Se as empresas também tiverem dívidas, isso pode significar um aumento nos custos para o pagamento dessas obrigações, impactando a margem de lucro. Diante disso, ele aconselha as empresas a adotarem uma postura cautelosa. Hudson sugere que, neste momento de incerteza, o melhor é elaborar planos mais conservadores, investindo tempo e recursos na análise cuidadosa das informações disponíveis. Em caso de dúvida, a recomendação é evitar decisões precipitadas e esperar por um cenário mais claro. A cautela e o planejamento cuidadoso são essenciais para navegar em tempos de volatilidade e incerteza econômica. Ele enfatiza que, mais do que nunca, as decisões devem ser tomadas com base em informações bem avaliadas e com uma visão estratégica a longo prazo.

Assista: https://youtu.be/NYMhR5JYFjk

 

Visita ao Japão marca retomada das relações estratégicas

Em 2025, o Brasil foi agraciado com um privilégio raro na diplomacia japonesa: uma visita oficial ao imperador, depois de nove anos de afastamento. O economista Otto Nogami afirmou que esse gesto tem um significado estratégico importante, especialmente considerando que, nos últimos anos, a relação entre os dois países havia se distanciado, com o Brasil priorizando outras economias globais. O último representante de Estado recebido pelo imperador foi o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 2019, e, devido à pandemia, entre 2020 e 2024, não houve mais visitas oficiais. A visita do governo brasileiro ao Japão em 2025 marca o restabelecimento de uma parceria essencial, não só no campo comercial, mas também no setor de investimentos. O Japão é o nono maior parceiro comercial do Brasil, e essa relação bilateral é caracterizada pela exportação de commodities brasileiras para o Japão, enquanto o Brasil importa bens de capital, máquinas e equipamentos japoneses. Esse intercâmbio é crucial, especialmente porque a vinda de tecnologia japonesa pode ser um fator determinante para o crescimento e inovação da indústria brasileira, principalmente no contexto da indústria 4.0. Outro ponto relevante dessa retomada de relações é o investimento estrangeiro direto. O Japão ocupa a sétima posição no ranking dos países com maior participação no setor produtivo brasileiro. Essa proximidade pode facilitar ainda mais a entrada de capital japonês no Brasil, o que contribuiria para melhorar a infraestrutura produtiva e tecnológica do país, promovendo um crescimento mais sustentável. Entretanto, há um desafio importante que precisa ser superado: a regulamentação da economia brasileira e a insegurança jurídica, questões que frequentemente são mencionadas pelas empresas japonesas. Durante a estadia de quase sete dias, com a presença de vários ministros, espera-se que a visita ajude a resolver essas questões e aumente a confiança nas condições econômicas do Brasil, beneficiando diretamente o ambiente de negócios e a produção nacional. Em um contexto geopolítico mais amplo, com a crescente tensão entre os Estados Unidos e a China, a visita ao Japão oferece uma grande oportunidade para o Brasil se reposicionar estrategicamente na Ásia, abrindo portas para novos parceiros e fortalecendo sua presença nesse mercado dinâmico. Além disso, os investimentos japoneses em infraestrutura, que continuam a ocorrer apesar da distância nos últimos anos, são fundamentais para melhorar a competitividade do Brasil no cenário global. A visita representa, assim, não apenas uma retomada das relações comerciais, mas também uma chance de fortalecer as bases estruturais da economia brasileira. O Brasil agora tem uma oportunidade única de reconstruir uma parceria de longo prazo com o Japão, e todos esperam que essa visita seja um sucesso, proporcionando um ambiente propício para o crescimento sustentável da economia brasileira.

Assista: https://youtu.be/eZwOjlV8dEk

 

Tributação de dividendos e isenção para pessoas de renda baixa

O Projeto de Lei 1087 de 2025, apresentado recentemente pelo governo ao Congresso Nacional, propõe mudanças significativas na tributação de dividendos e no tratamento fiscal de pessoas físicas. O advogado tributarista, Mario Franco explica que o projeto, considerado inteligente, estabelece uma isenção para dividendos recebidos por pessoas físicas com ganhos de até cinco mil reais por mês, beneficiando cerca de dez milhões de pessoas. Para aqueles que recebem entre cinco mil e sete mil reais mensais, o projeto prevê uma redução maior no imposto. Entretanto, essa isenção resultará em uma menor arrecadação para a União, o que exige uma compensação para manter o equilíbrio fiscal. Para suprir essa lacuna, o projeto impõe um imposto mínimo de dez por cento para pessoas físicas que recebem acima de 600 mil reais por ano. A maioria dessas pessoas são empresários que recebem dividendos das ações na Bolsa ou de suas cotas ilimitadas. Atualmente, os dividendos são isentos, pois a pessoa jurídica já pagou o imposto devido. O novo imposto mínimo visa garantir que os mais ricos contribuam de forma proporcional, sem sobrecarregar as camadas de renda mais baixas. Com a implementação dessa medida, apenas cerca de 141 mil pessoas, com rendimentos elevados, seriam afetadas por essa nova tributação. A proposta ainda contempla um limitador importante: caso a pessoa jurídica pague efetivamente o imposto de 34%, não haverá a cobrança do imposto mínimo de dez por cento sobre o sócio pessoa física. Isso garante um equilíbrio, já que o imposto seria pago pela empresa no âmbito jurídico, enquanto o trabalho e a renda da pessoa física continuariam a ser tributados de maneira justa. Apesar da previsão de um impacto positivo para milhões de pessoas de baixa renda, o projeto ainda precisa passar por discussões e ajustes na Câmara e no Senado. Os próximos passos dessa proposta serão cruciais para determinar como a tributação de dividendos será estruturada e qual será o impacto efetivo para as diferentes camadas da sociedade.

Assista: https://youtu.be/9jRSwwiajhA

 

FACER completa 40 anos com inauguração de nova sede e nova diretoria

A Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Rondônia (FACER) completou 40 anos de existência e inaugurou sua sede própria na última sexta-feira, 28 de março. O evento histórico contou com a posse da nova diretoria para o triênio 2025-2027, tendo como presidente empossada, Kelly Naahamara Rodrigues Jorge, e como Vice-presidente, Cícero Alves de Noronha Filho. A FACER é uma entidade que representa os interesses das associações comerciais e empresariais de Rondônia, e sua trajetória é marcada por conquistas e contribuições significativas para o desenvolvimento econômico e social do estado de Rondônia. A presidente empossada, Kelly Naahamara Rodrigues Jorge, é a primeira mulher a assumir a presidência da FACER, e também a primeira mulher a presidir uma Federação do seguimento no Brasil. Essa conquista é um marco importante para a representatividade feminina em lideranças empresariais e políticas. O presidente da FEEMPI e SIMPI, Leonardo Sobral, parabenizou a FACER pelos 40 anos de existência e desejou muito sucesso à presidente Kelly, ao Vice-presidente Noronha e à toda diretoria empossada. "A FACER é uma entidade importante para o desenvolvimento econômico de Rondônia, e estamos confiantes de que a nova diretoria irá continuar o excelente trabalho que vem sendo realizado", disse Sobral. Além disso, Sobral também parabenizou a inauguração da sede própria da FACER que é uma das estruturas empresariais mais modernas do país, contando com um amplo auditório, sala de reuniões, espaços administrativos e até um hotel de trânsito para receber empresários de outras regiões. "Essa é uma conquista importante para a FACER e para as associações comerciais e empresariais de Rondônia, e demonstra o compromisso da entidade com o desenvolvimento do estado", destacou Sobral.

Assista: https://youtu.be/5QTSFws-hZQ

 

Ministério do Empreendedorismo (MEMP) no Simpi

Quem esteve no Simpi nesta semana foi o doutor Marcelo Strama, diretor de fomento do Ministério do Empreendedorismo (MEMP), um ministério que acaba de completar um ano de existência. Durante a entrevista o ministro Marcelo compartilhou importantes iniciativas e projetos que têm transformado a realidade dos pequenos empreendedores no Brasil. Marcelo Strama destacou a parceria com o SIMPI e parabenizou o sindicato pelas iniciativas para os Micro e Pequenos Negócios, especialmente pela oferta de cursos gratuitos para mais de 20 milhões de brasileiros que já empreendem. Esses cursos facilitam o processo de formalização, permitindo que os microempreendedores individuais (MEI) se formalizem sem custos, além de explicarem as vantagens e procedimentos necessários para a formalização. Um dos grandes avanços mencionados foi o programa "Contrata Mais Brasil", lançado com o objetivo de desburocratizar as compras públicas. Segundo o diretor, anteriormente, o processo de licitação era um grande obstáculo para os MEIs, pois exigia um processo burocrático longo e complexo, no qual as grandes empresas sempre se destacavam. O novo programa permite que a Prefeitura, o Governo do Estado ou os órgãos do Governo Federal contratem diretamente pequenos empreendedores individuais, especialmente nas áreas de serviços de manutenção e pequenos reparos, como pedreiros, eletricistas e outros profissionais. Essa mudança tem sido um verdadeiro avanço para a inclusão desses trabalhadores no mercado público, oferecendo agilidade e simplificação do processo. Além disso, o Ministério do Empreendedorismo tem implementado outras iniciativas, como a regularização das dívidas dos pequenos negócios com a Receita Federal, permitindo que os MEIs possam parcelar suas pendências em até 145 vezes, com redução de multas e juros. Marcelo também falou sobre o "Cartão MEI", uma parceria com o Banco do Brasil que oferece uma série de benefícios, como isenção de anuidade, taxas de juros reduzidas e a possibilidade de realizar transações diretamente no portal do empreendedor. O diretor ainda mencionou o Procred 360, uma linha de crédito especial para microempreendedores individuais e microempresas, com condições facilitadas e taxas de juros atrativas, especialmente com foco na inclusão do empreendedorismo feminino, permitindo que mulheres tenham um acesso maior ao crédito. Em seu balanço sobre o primeiro ano do MEMP, Marcelo Strama enfatizou a importância dessas medidas para a democratização do acesso aos serviços públicos e privados e para o desenvolvimento local. Ele expressou sua satisfação em ver que os esforços do Ministério têm gerado um impacto real na vida dos microempreendedores, promovendo um ambiente mais justo e acessível para os pequenos negócios. Por fim, ele reforçou o compromisso do MEMP em continuar promovendo a desburocratização e o apoio ao empreendedorismo no Brasil.

Assista: https://youtu.be/1e_jdliO1Rk

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