Quarta-feira, 4 de outubro de 2023 - 11h53

“Se
conselho fosse bom a gente vendia”, observou Zé de Nana para depois completar:
“e alguém comprava”. Domingão em Porto Velho é dia de breja, churras, banho,
piseiro, etc., etc., etc. e não vale a pena aconselhar outra coisa. Política
então nem pensar. Mas nesse primeiro de outubro, véspera de feriado com o
comércio a pleno vapor, foi dia de política sim senhor “meu sinhô”. Muita gente
foi aconselhada a procurar uma daquelas urnas eletrônicas para escolher os
novos conselheiros tutelares. Eleição não obrigatória, miudinha, nadica de
nada, que estava agendada com dia e hora marcados e acreditem, de grande relevância
para quem trabalha no ramo de compra e venda de voto. Hora de girar a roda da economia
como sempre ocorre em qualquer eleição, por menor que seja. As redes sociais ferviam, os cabos eleitorais
já estavam nos cascos buscando o “santo voto” principalmente na camada das
sensíveis a qualquer trocado. Com o voto precificado, a campanha ficou acirrada
e a festa da democracia relativa começou. Urna testada e aprovada e o eleitor
voluntário foi consagrar os nomes. Se fosse corrida de cavalos, seria uma “barbada”
e antecipadamente, sem pesquisa, sem ibope, sem enquete, etc., etc., etc. tudo às
claras, já se conheciam os “new tutors” das crianças e adolescentes. A eleição
foi um teste para políticos experientes, com mandatos, ou para aqueles que almejam
um lugar ao sol avaliarem a força dos seus cabos eleitorais e para estes cabos,
a grande oportunidade de se agarrarem os pelos púbicos de quem realmente manda
na bagaça. Mas, é preciso dizer que os conselhos tem fundamental importância
pois canalizam a manifestação democrática da sociedade, no exercício da
cidadania nos espaços de representação coletiva, contribuindo para
transformações sociais e reforçando direitos. Mas, para além do amor à causa da
criança e do adolescente, o importante também foi saber com quem contar para a
proteção desse público tão carente e nesse particular o deputado patriota Marcelo
Cruz, foi o nome que mostrou mais força, carisma, estratégia, tirocínio, habilidade,
etc., etc., etc. conseguindo eleger 32% das 25 vagas ofertadas e tornando-se assim
o tutor de 8 conselheiros que serão por ele tutelados para que possam melhor
tutelar os que precisam de tutela. Entenderam bem ou é preciso desenhar?
Alvíssaras para as crianças e adolescentes que além dos oito novos conselheiros
terão ainda de vantagem um deputado estadual que é o presidente da Assembleia
Legislativa trabalhando em prol dos seus direitos, demandas, carências, etc.,
etc., etc.
Um detalhe: A esquerda passou batida não atuando como sempre fez para dominar os conselhos de todos os tipos, nuances, cores, formas, etc., etc., etc. e acabou perdendo espaço até para lideranças emergentes não alinhadas. E nada de reclamar das urnas ou de compra de voto, etc., etc., etc., Isso não é politicamente correto. Foi tudo certo como 2 e 2 são... Quanto é o resultado da conta mesmo Caetano? Paciência. Dessa vez não deu.
2-O ÚLTIMO PINGO

Rodrigo
Pacheco acordou, esfregou o olho e meteu a boca no trombone. Depois do STF
legislar outra vez sobre o marco temporal das terras indígenas, o ligeirinho quer
vingança, com chance zero de reverter a derrota, além de propor a limitação no mandato
dos ministros do STF. É tudo “caô”. Se fosse vingança “dimermo” era só pegar um
dos 53 pedidos de impeachment contra o STF e pautar para votação. Mas, como diz
Zé de Nana, “quem tem telhado de vidro não brinca de baladeira e quem tem juízo
(talvez seja outra coisa) tem medo”.
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