Terça-feira, 26 de novembro de 2024 - 14h40
É uma sensação
muito difícil de expressar o que vem acontecendo no Brasil de hoje. Imagino que
essa seja, também, a opinião de parcela expressiva da população brasileira. A
suposta tentativa de golpe e o possível atentando contra a vida de autoridades brasileiras
precisam ser apurados e os culpados, se houver, devidamente responsabilizados
na forma da lei, mas o país não pode parar. Assuntos importantes, que envolvem
o desenvolvimento do Brasil e os interesses legítimos da população, precisam ser
discutidos e executados.
Com a substancial renovação na
composição do Congresso Nacional, muita gente acreditou, inclusive eu, que
haveria, também, uma mudança nos costumes políticos do país. Em vez disso, o
que se vê, com as devidas exceções, é a repetição de velhas e manjadas práticas
políticas, evidenciando como a perversidade humana conseguiu transformar ética
e política em duas categorias distintas, dissociadas e antagônicas.
Um país com tantas dificuldades como é
o caso do Brasil não pode ficar perdendo tempo com questões ideológicas e
disputas de egos. Precisamos avançar no atacado. E a classe política precisa se
conscientizar dessa dura realidade. Estamos atolados em um mar de problemas
crônicos. E parece que ninguém ainda se deu conta disso. O arcabouço fiscal não sai das pranchetas dos
burocratas oficiais. O prometido corte de gastos virou piada de botequim de
quinta categoria, enquanto a inflação avança célere sobre os salários dos
trabalhadores como um câncer corroendo as estranhas de um paciente terminal. A cada
ano bilhões de reais são drenados pelos dutos da corrupção. Pior do que a
corrupção é saber que ela não é punida. Pelo contrário, é premiada. O Brasil
não é um partido político. Precisamos colocar os interesses da Nação acima de
ideologias e colorações partidárias.
Para alguns, o poder não passa de uma
máquina de enriquecimento e mordomias. Cargos públicos geralmente são usados
como trampolim para ascensão financeira, enquanto o país segue descendo a
ladeira, como um caminhão desgovernando. Precisamos pensar grande. Precisamos
pensar no Brasil. Pelo amor de Deus!
Ausência justificada, agradecimentos reiterados!
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