Sexta-feira, 10 de setembro de 2021 - 07h42
Foi
uma surpresa para muitos o ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, interromper
uma promissora viagem aos EUA, cuja pauta era positiva sob todos os aspectos.
Hoje se sabe que ele voltou correndo por causa do problema energético, que é
explosivo e já demoliu a popularidade de um presidente – Fernando Henrique.
Tinha pressa, também, de pacificar um tiroteio interno entre setores do próprio
governo.
Já
é tradicional no desconjuntado Estado brasileiro que diante de qualquer
problema áreas desconexas da gestão se acusam entre si por este ou aquele deslize
que dá em descontrole. Adotar a bandeira vermelha, encarecendo a energia para
as famílias, foi desgastante. Lá atrás, a pauta de impulsionar a geração de
energia limpa podia ter escapado da desastrosa polarização que desuniu a Nação.
Se há cinco anos houvesse uma convergência de propósitos para contornar o
problema é provável que hoje os consumidores não estivessem tão apreensivos.
A
Amazônia, pelo uso apropriado de seus recursos, tem como gerar muita energia. Estudo
do Instituto Escolhas, por exemplo, aponta que na região é possível produzir
537 milhões de m³ de biogás por ano, gerando 1,1 TWh de eletricidade pelo aproveitamento
do lixo urbano, resíduos da piscicultura e produção da farinha de mandioca. Joga-se
fora muita energia possível, mas com foco e boa governança as soluções aparecem.
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As pesquisas
Como
era de se esperar já temos pesquisas circulando para as eleições do ano que vem
para todos os gostos e as missas encomendadas de acordo com os pedidos. Começam
com erros primários, algumas sem citar os grandes favoritos da temporada, os
ex-governadores Ivo Cassol e Confúcio Moura, por coincidência os dois únicos na
história de Rondônia que se reelegeram. Nada diferente do que foi praticado em
pleitos anteriores e os pesquisadores a cada ano mais pilantras só querendo
faturar em cima dos candidatos cada vez mais patos.
Comemoração
Inaugurado
em 13 de setembro de 1993, pelo Clã Gurgacz, o Diário da Amazônia comemora mais um aniversário nesta
segunda-feira. Fruto de uma parceria do empresário Assis Gurgacz, presidente do
Grupo Eucatur com o jornalista Emir Sfair, já falecido, o jornal fez história
com uma trajetória de sucesso e atualmente se constitui no único diário com
circulação estadual no Estado de Rondônia. Nossos agradecimentos ao corpo de
funcionários, colaboradores, a direção atual, leitores e fornecedores e
sobretudo ao Seu Assis nosso diretor presidente e ao senador Acir e família
pela dedicação atribuída a todo SGC.
A
impunidade
Impressiona
a incompetência na área de segurança pública em Porto Velho. Existe uma onda de
roubos de fiação elétrica, medidores de água, tampas de bueiro e até de vigas de
ferro dos trilhos da ferrovia Madeira Mamoré há mais de dois anos na capital e
até agora não foram descobertos os receptadores. Não é possível tamanha
impunidade sem cumplicidade nos meios policiais, já que até agora nada se
resolveu e os furtos nas residências só tem aumentado. O roubo de cabos elétricos
se estendeu a iluminação pública, nas pontes, nos viadutos. Rola por aí que tem
milicianos no meio deste negócio.
Grande Boom
Vivemos
um grande boom de redes de supermercados em Porto Velho com inaugurações de novas
lojas constantes, como tem ocorrido com a Nova Era, Araújo e agora a Meta
concorrendo em regiões estratégicas com o maior conglomerado da capital, os
Supermercados Gonçalves. Outros estabelecimentos têm demonstrado também crescimento
na capital, como Oliveira, DB e o Tuit e o Jardim, ampliando instalações. O
mercado despertou interesse das redes interioranas, caso de um grupo empresarial
de Ji-Paraná se instalando em antigas lojas de uma rede falida e cujas instalações
foram leiloadas.
Dragas no Belmonte
As
dragas de garimpo tomaram conta do Rio Madeira, na região do Belmonte, próxima
a Porto Velho. Noite adentro o garimpo do ouro, que faz uso do mercúrio e
insere este metal no sistema aquático reflete na cadeia alimentar de quem vive
na pesca e acarreta inúmeros casos de câncer na região. Nos governos estaduais de
orientação bolsonarista não existe fiscalização deste crime ambiental e
infelizmente Rondônia também está fazendo vista grossa para o que está
ocorrendo na região do Belmonte e nas adjacências do Distrito de São Carlos,
onde o Madeirão encontra o Rio Jamari.
Via Direta
*** A quinta-feira foi uma casa da mãe
Joana em Rondônia com o fechamento das rodovias por caminhoneiros pelo estado e
na capital com o protesto dos motoristas dos aplicativos pelo preço dos
combustíveis ***A
inflação acelerada chegou aos chaveiros. Só a visita a sua residência em Porto
Velho custa R$ 70,00 e fora a confecção das chaves. É coisa de louco *** Com a diminuição das mortes pelo covid
finalmente os coveiros do cemitério do Santo Antônio tiveram folga nestas
bandas. Foram dias e noites movimentadas com tantos sepultamentos *** Vamos
ver se esta nova onda de coronavirus que começa agora em Rondônia com as
variantes Delta e Mu causarão mais estragos nos próximos meses *** A necessidade faz o sapo pular e o
presidente Jair Bolsonaro se arrependeu da tentativa de golpe e ficou amiguinho
de Alexandre Moraes e dos chineses. É coisa de louco!
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