Sexta-feira, 4 de abril de 2025 - 08h29
Um
fumante de charuto, ao ver o incêndio derrubando uma casa, dizia que um
foguinho não faz mal a ninguém. Claro que sob administração em dosagem correta
até venenos fazem bem à saúde, mas volume elevado e descontrole podem fazer
muita diferença. É o caso do nível do mar que sobe alguns centímetros a cada
ano tendo como causa o aquecimento global.
Os
negacionistas rejeitam a tese de que a causa seja um conjunto de desequilíbrios
ambientais, mas as pesquisas vão confirmando que a ação humana responde pelo
agravamento das condições naturais. Dentre as ações humanas aparece a fuligem
das queimadas que ocorrem sem controle na Amazônia.
Pode
parecer absurda a ideia de que a fuligem possa partir daqui e contribuir para derreter
as geleiras da Península Antártica, mas os cientistas asseguram que embora o
aquecimento global seja a principal causa desse preocupante fenômeno, a fuligem
participa de forma importante para o degelo. Neste mundo de tantas loucuras, cerca
de 800 mil toneladas por ano lançadas no ar pelas queimadas na América do Sul
causam efeitos danosos. Esse volume de fuligem é quase o dobro das emissões do
mesmo material gerado por combustíveis fósseis na Europa.
Quando
se vê a fumaça nos ares é bom saber que ela sobe até 5 quilômetros de altitude
e em menos de duas semanas desaba sobre a Península Antártica. Um desafio para
a humanidade.
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Grande nominata
O
senador Confúcio Moura, expoente do MDB rondoniense, vai configurando expressivas
nominatas do partido para a disputa da Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa
para as eleições de 2026. Chama atenção a chapa para a Câmara Federal que deverá
ser liderada pelo ex-governador Valdir Raupp, pelo ex-senador e ex-ministro da
Previdência Amir Lando e pela juíza Euma Tourinho, bem votada nas eleições
municipais do ano passado. A legenda está em plena campanha de filiações e também
deverá apresentar novas lideranças para a campanha, visando a renovação dos
quadros partidários.
Andanças na BR
O
ex-senador Acir Gurgacz, que comanda o PDT em Rondônia, abriu visitações as
bases do partido nos municípios da BR. Ao mesmo tempo que alinha conversações
com outros partidos visando alianças para as próximas eleições, Acir vai
conversando com possíveis candidatos a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados.
Em recente encontro, na capital, amigos e familiares lembraram da injustiça que
ele sofreu em 2018 na política, mas foi inocentado de uma conspiração montada
por adversários e o líder pedetista já está pronto para as próximas batalhas
eleitorais.
Que diferença
Constato
uma diferença no comportamento político do prefeito Léo Moraes (Podemos) e do
governador Marcos Rocha (União Brasil) no trato da grave cheia que aflige os
ribeirinhos de Porto Velho e distritos. O governador Marcos Rocha sobrevoou de
helicóptero as localidades atingidas pelas águas do Rio Madeira, mas não chegou
a visitar os desabrigados. Já, o prefeito Léo Moraes, foi pessoalmente levar
sua solidariedade. E não foi de mãos abanando, foi entregando mantimentos,
remédios, viveres e água potável, inspecionando as consequências da cheia nas
plantações e criação de animais. O marketing do governador falhando nas
paradas.
Os dois lados
Além
da diferença de comportamento entre as duas autoridades, temos também diferença
em termos de popularidade entre os dois mandatários. Leo Moraes (Podemos) tem a
melhor largada entre os prefeitos de Poro Velho e por sua dedicação contra as
alagações –dia e noite – tem sido menos xingado pela população no inverno
amazônico do que os seus antecessores neste período crítico. Já, Marcos Rocha, foi
muito desgastado durante a crise da segurança pública, quando ao invés de
enfrentar a coisa no osso do peito, foi veranear no Nordeste. No entanto, é
preciso reconhecer que tem sido eficiente na economia, na regularização fundiária,
habitação, etc. E mantém elevado índice de crescimento do estado. Um dos
maiores do País.
Entre presidenciáveis
Enquanto
a sucessão em Rondônia caminha a passos lentos para definições, a disputa pelo
Palácio do Planalto já mobiliza os presidenciáveis. O governador de Goiás,
Ronaldo Caiado (União Brasil) está lançando sua candidatura a presidência com o
forte apoio do seu partido também na Bahia. O governador do Paraná, Ratinho
Junior (PSD) já admite a aspiração de disputar a sucessão de Lula. É no bolsonarismo
que reinam as indefinições já que são muitos os possíveis candidatos, a começar
pelos familiares do ex-presidente além do poderoso governador de São Paulo Tarcísio
de Freitas, por sinal foi um ex-ministro petista nos tempos de Dilma.
Bloqueio de candidatos
Como
o ex-presidente Jair Bolsonaro aposta na sua anistia pelo Congresso Nacional,
todos aspirantes bolsonaristas –menos Caiado e Ratinho – estão sob bloqueio para
entrar em campo e avançar em campanha para 2026. Enquanto perdurar as indefinições
no Congresso no que tange a anistia do mito, a campanha do PL e sua base aliada
a direita estará bloqueada. No ambiente conservador, o governador de São Paulo Tarcísio
de Freitas é considerado o nome mais encorpado para enfrentar o atual presidente
Lula caso o petista entre na disputa presidencial mais uma vez. A esquerda não
produziu outro nome mais expressivo até hoje.
Via Direta
*** O prefeito de Candeias do Jamari, Lindomar
Garçom, que foi um excelente administrador nas suas duas gestões anteriores,
decepciona a população da cidade e dos seus distritos de Nova Samuel e Triunfo
na gestão atual ***
Candeias está em cacos, Garçom protege apadrinhados e os recursos somem, o gato
comeu. Garçom, está se afundando politicamente depois de atuações produtivas na
Câmara dos Deputados na década passada ***
Considero justa e necessária a contratação de uma equipe técnica de engenheiros
pela prefeitura de Porto Velho. *** O quadro atual de engenheiros da prefeitura
não atende as demandas e sem projetos técnicos completos, eficientes, Porto Velho
perde importantes recursos de emendas parlamentares perante os ministérios.
Temos conspirações para todos os gostos e credos nos partidos políticos
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