Sexta-feira, 23 de junho de 2017 - 23h14
Imagem ilustrativa / Arquivo / Gentedeopinião
A seca vem aí
O verão amazônico começa com o velho problema de abastecimento de água tratada em Porto Velho, um drama que atinge quase a metade da sua população, estimada em 520 mil habitantes. Os recursos para o sistema, o gato comeu, e as promessas de abastecimento de 100 por cento da comunidade acabou virando piada com as licitações ainda para se desenrolar com a justiça.
Teremos meses duros pela frente. Já no inicio do nosso verão, o Rio Madeira baixou rapidamente – estima-se em 5 metros de uma só vez – e os poços amazônicos nos bairros, que variam de 16 a 20 m, já exigem novas perfurações para aprofundamento na busca do precioso liquido. Sendo que cada metro escavado pode custar até R$ 120,00 para as famílias e esta quantia na periferia faz falta para comprar pão, leite, passagem de ônibus, etc.
Urge que o governo do estado e a CAERD tomem as providências e levem avante as licitações para água e esgoto na capital. Bairros inteiros, mais as recentes ocupações já se ressentem com a escassez. E não querendo voduzar, o Rio Madeira descendo rapidamente, é sinal de seca severa nesta temporada...
“O Rio Madeira esta secando rapidamente e isto pode ser sinal
de uma seca severa nesta temporada de verão na capital
”
Os gargalos urbanos
Considerada obrigatória pelo Ministério das Cidades, a revisão do Plano Diretor dos municípios tem que ser realizada a cada 10 anos para que os prefeitos não tenham recursos federais obstruídos nas esferas ministeriais. Trata-se realmente de uma necessidade, tendo em vista a adaptação de leis federais – como a separação das rodovias federais das ruas urbanas – e a atualização das metas de crescimento, planejamento para os gargalos logísticos, da expansão e mobilidade urbana, etc.
Em Porto Velho, por determinação do prefeito Hildon Chaves os trabalhos de revisão do plano diretor estão começando tendo como peça importante o secretário de Planejamento Luis Guilherme Erse, com grande experiência no assunto, já que foi parte ativa no primeiro documento da capital, na gestão do então prefeito Chiquilito Erse. Para tanto já se programam as audiências públicas e a convocação da população para opinar a respeito.
O novo Plano Diretor une várias secretarias no Conselho Municipal tendo a frente à Secretaria Márcia Luna, da Regularização Fundiária.
“A população será chamada para opinar
sobre o novo Plano Diretor de Porto Velho
”
Uma saída para crise
Em discurso com apartes de apoio de vários colegas congressistas, o senador Acir Gurgacz (PDT) conclamou o Senado a tomar posição ante a crise instalada no País. Defendeu, como uma saída, diante da falta da credibilidade do governo e das conseqüências disto para o País à antecipação das eleições de 2018 para dar a sociedade o poder de decidir o que ela quer para o Brasil.
O parlamentar rondoniense entende que só assim será possível superar as crises políticas e econômicas que assolam o País há três anos. Para Acir, por causa do impasse causado entre as forças políticas da situação e da oposição, é a população brasileira, com a perda de direitos, que vê o aumento do desemprego, a queda na renda e a deterioração dos serviços como os de saúde, educação e segurança pública.
Acir falou da indignação da população com tantas noticias sobre corrupção e a situação atual do brasileiro quer perdeu o emprego, que o seguro-desemprego venceu e que não consegue mais levar comida para casa.
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