Domingo, 28 de outubro de 2018 - 21h14
Alavancas de soberania
O
melhor antídoto contra a improvável e temida perda de soberania
nacional é se impor qualitativamente na cena mundial cumprindo os
acordos firmados com os demais países. Neste caso, o Acordo de Paris
desponta como o grande e vital compromisso firmado pelas nações.
Cumpri-lo
à risca em nome da sobrevivência da humanidade e garantia de um meio
ambiente propício, porém, não significa aceitar o compromisso de
proteger recursos naturais que atendem aos interesses gerais da
humanidade sem cobrar apoio aos povos encarregados de assegurar sua
melhor proteção.
É um tapa
na cara do mundo e não vergonha exclusivamente brasileira que a Amazônia
esteja presente nos anseios e desejos do mundo, mas a região apresente,
por omissão dos lideres nacionais e planetários, estados com baixos
índices de desenvolvimento socioeconômico.
O
documento da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura que propõe
uma nova economia de baixo carbono deveria se estender como relva ao
conhecimento da sociedade brasileira e do mundo.
São
28 propostas exequíveis a providenciar até 2022. Aplicadas, serão
alavancas importantes para o sonhado desenvolvimento brasileiro.
As previsões
Quem acompanhou a coluna nas últimas duas semanas - e antes dos resultados de pesquisas - já me referia neste espaço sobre a maldição dos favoritos e aqui já se projetada a “maior vitória de todos os tempos” de Marcos Rocha (PSL) sobre Expedito (PSDB). Também se falava da diferença, “onde os tucanos precisavam se unir para que a diferença não passasse dos 200 mil votos”. O que parecia absurdo se confirmou.
O RECADO
Ao término da apuração dos votos neste domingo,
chamou a atenção do recado enviado pelo coronel Marcos Rocha aos
fornecedores do governo de Rondônia, onde se sabe da prática há décadas
da cobrança de propinas que variavam de 10 até 30 por cento no pagamento
de obras e serviços. Assegura que no seu governo este velho hábito
local será extinto, prometendo demitir e punir qualquer secretário
envolvido.
A transição
Do lado
do governador tampão Daniel Pereira (PSB) já esta tudo pronto para o
inicio da transição para o governador eleito e este processo já começa
nesta segunda-feira. O atual governador fará todos os esforços para
entregar todos os dados atualizados, mas Marcos Rocha já sabe que a
herança não é das melhores. O estado está endividado até o talo e ele
terá que fazer uma gestão economizando trocados.
Ondas terríveis
O
tucano Expedito Junior que já tinha perdido uma cadeira ao Senado para
Fátima Cleide (PT) na onda Lula, foi novamente atingido por uma onda,
desta vez a onda Bolsonaro, perdendo o governo para Marcos Rocha. Que
cara azarado: Sem Cassol e Acir, estava com uma mão no governo e tinha
feito tudo feito certinho até então, inclusive ganhando o primeiro turno
com quase 60 mil votos de diferença. E dizem que o raio não cai no
mesmo lugar...
O cavalo paraguaio
Expedito
incorpora definitivamente o titulo de “cavalo paraguaio” nas pelejas
rondonienses. Sempre larga na frente em disparada e na reta de chegava
desaba. Ainda por cima, com uma derrota tão avalassadora na capital,
contamina de vez o projeto de reeleição do seu aliado Hildon Chaves, que
já tem predadores fortes no seu encalço, já com as garras afiadas como
Leo Moraes e Vinicius Miguel.
Uma diferença no comportamento político do prefeito Léo Moraes e do governador Marcos Rocha
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