Quarta-feira, 17 de outubro de 2018 - 05h25
A lição das árvores
Só o Rio Negro possui mais volume do que toda a água doce da Europa, afirma a ciência geográfica. Nada como a exuberância da natureza brasileira para fazer vibrar o patriotismo dos cidadãos e elevar a autoestima do povo.
Já é sabido, joia da sabedoria popular, que tristezas não pagam dívidas, mas as alegrias necessárias para pagá-las e também para vencer o medo que toma conta da nação terão que vir do bom aproveitamento da água e do verde que a floresta apresenta, da força e da inteligência dos povos. Enfim, das possibilidades econômico-sociais das Amazônias Verde, Amarela e Azul.
Uma notícia curiosa sobre a água amazônica é que cada uma das grandes árvores da região pode transferir, por dia, até 500 litros de água do solo à atmosfera. É como uma esponja que suga a água da terra e a joga no ar, processo que beneficia toda a América do Sul.
O papel de mediação que as árvores fazem entre a terra e o céu nesse ciclo hídrico precisa ser exercido pelos parlamentares eleitos para que o melhor da base também chegue à cúpula os gestores. Parlamentar de qualidade sempre faz a ligação mais perfeita entre povo e governo.
O efeito manada
O efeito manada que já ocorre em Porto Velho em favor do coronel Marcos Rocha (PSL) calouro na disputa ao governo estadual já começa acontecer também nos principais colégios eleitorais do estado. Uma situação que também ocorre em outros estados, onde os candidatos aos governos estaduais apoiados pelo presidenciável Bolsonaro estão atingindo mais de 65 por cento de intenções de votos.
Baita diferença
Estamos diante de uma situação histórica em Rondônia. O favorito da temporada – que é o tucano Expedito Junior - pode ser o maior derrotado de todos os tempos nas urnas, já que se constata um grande desequilíbrio nas forças políticas entre os postulantes que pelejam o Centro Político e Administrativo. Marcos Rocha é beneficiado pelo apoio de Bolsonaro e uma incrível rejeição do candidato tucano.
Fazendo as contas
O deputado estadual Maurão de Carvalho, presidente da Assembleia Legislativa, que foi candidato ao governo pelo MDB, deve estar fazendo as contas sobre sua campanha. Além de não receber recursos do fundo partidário - foi tudo tragado pela voracidade pelos Raupps – só agora deve ter percebido que o MDB – e os raupps - foi uma grande fria na sua vida.
Grande despedida
Mas Maurão, mesmo lambendo as feridas pela derrota, tem bons motivos para se alegrar. Sua gestão esteve longe dos escândalos, terá como despedida a monumental inauguração da nova sede da Assembleia Legislativa e deixa em janeiro a presidência da Casa de Leis em alta, com grande aprovação dos servidores do Legislativo, aliás, uma das maiores da década.
Dança dos caciques
Os caciques políticos do estado, tiveram uma performance apenas mediana nesta temporada. Esta certo que Cassol, elegeu a irmã Jaqueline a federal, mas Confúcio teve a mana Claudia Moura com votação pífia. No clã Donadon, só Rosângela se elegeu, o mesmo acontecendo no clã dos Muletas, onde Cássia se elegeu a estadual. O clã Amorim perdeu força e os caciques petistas tubularam.
Via Direta
*** Como se constatou, as lideranças políticas mais antigas estão cedendo lugar para as lideranças mais jovens em Rondônia embora alguns caciques como Confúcio ainda resistam o tempo *** È uma tendência que também ocorre nos demais estados *** Rachado até no registro da chapa de seus candidatos, e com o PSOL puxando o PT para baixo, a legenda ruiu de vez em Rondônia *** Agora é juntar os casos para as eleições municipais de 2010.
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