Terça-feira, 5 de março de 2013 - 11h23
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"O que a Escola João Bento da Costa tenta fazer é isso: ajudar uma comunidade que dificilmente teria condições de competir com alunos de escolas privadas às universidades integrando-o através do Projeto Terceirão uma visão de totalidade onde não se prepara apenas para o Enem (como alguns críticos dizem) e sim para a vida, pois há um trabalho de reflexão, de conhecimento, de ética que vão além de tornar nossos alunos meros robôs.” – Soniamar Salin, Professora.
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I-Bateu, levou
O chefe do Ministério Público Federal do Estado de Rondônia, Reginaldo Pereira da Trindade, não deixou que o Senador Ivo Narciso Cassol batesse o seu bumbo sozinho e, numa nota por seu advogado, fez um comunicado que vale como direito de resposta “para ponderação e esclarecimentos à Imprensa e à Sociedade”. Para quem ouviu o discurso do senador, tido como peça bombástica, a nota saiu do mesmo tamanho do discurso e para quem conhece os meandros do direito vem aí outra “bucha” contra o senador. Se o senador vê a perseguição sob a ótica da sociologia e que se traduz pela busca intolerante, o procurador fica apenas na etimologia: envidar esforços para atingir o objetivo. Essa guerra promete ir bem mais longe.
II-Companheiro é companheiro e MP é MP!
Prefeito afastado, dezoito presos, MPF pedindo e a justiça decretando a indisponibilidade dos bens, inclusive do próprio Sobrinho, mas vem o PT e...: “o partido discutiu, avaliou e deliberou por 18 x 16 votos que nas acusações dos MPs e da PF não existem elementos suficientes que comprovem que os companheiros envolvidos nas operações Vórtice e Endemia sejam culpados ou cometeram crimes. Até agora, passados mais de 90 dias nenhuma denúncia crime foi apresentada por nenhum dos órgãos responsáveis pela intensa investigação foi oferecida a justiça. Os companheiros entenderam que o jogo foi político e que se organizou uma ação política para se retirar da administração um governo eleito democraticamente pelo voto popular”. Ora mas que coisa hein... ação política... quem diria...
III-Bem assim...
Domingo à tarde fui dar uma espiadela na Feira do Livro do Shopping. Muita gente folheando e comprando – os preços são mesmo populares – os títulos e materiais disponíveis, numa verdadeira festa. Como o livro que eu procurava era outro fui à Livraria Exclusiva ver o que sobrou da bela loja já que a Livraria vai mudar de endereço. Deixa o Shopping e vai para um endereço mais central. Não consegui descobrir se outra livraria será instalada no local vazio ou razões que levaram ao fechamento, o que é uma pena. De qualquer forma uma Feira de Livros quando a livraria ainda está instalada parece um contrassenso. Sei lá o que houve.
IV-Em pé de guerra.jpg)
Alguns vereadores de Porto Velho estão pintados para a guerra e irados com uma parte da imprensa que cobrou explicações sobre a viagem para Brasília e uma capital do Nordeste. A ira e a pintura são compreensíveis, mas o que a imprensa cobrou foram explicações e salvo algum comentário mais ácido cumpriu sua obrigação. Só para lembrar: o dinheiro da Câmara de Vereadores é público e, portanto seus gastos também são públicos. Para as pancadas – se ocorreram – abaixo da linha da cintura o melhor é encarar com fair play ou se achar que a coisa é pessoal, levar para o foro ideal também conhecido como “as barras da justiça”.
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V-Big Brother
Ao ler “1984” não me passou pela cabeça que a ficção fosse possível e nem mesmo quando a ficção se popularizou apresentada como programa de TV. As recentes incursões da justiça sobre malinos, aqui e alhures, pegos em gravações, patrocinadas pelo estado ou as fotos e vídeos de pequenas e inofensivas câmeras ou celulares revelando o que seria ideal esconder, como “cafungadas”, carro oficial na boutique ou como asfaltar lagoa, mostram que a grande malandragem de hoje é ser honesto. E é melhor mudar logo. Vai que alguém filme o erro...
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VI-“On demand”
De novo a UNIR está no “bico do corvo” e de novo, lamento muito mas não é preciso ser um acadêmico para saber que os problemas da UNIR e da maioria da universidades federais é a falta de planejamento, falta de investimento e achismo. Falar de autonomia é como entregar R$70 por mês a alguém, retirando-o por decreto da condição de miserável e acreditar que vá viver de forma digna. Sobre investimentos nem é preciso mais que olhar o recente caso dos laboratórios da nossa UNIR e, sobre achismo, que tal a nova e genial ideia do genial ministro da educação sobre universidades “on demand”? No dia que chover cangalha Mercadante terá que ficar em casa. A UNIR vive um drama: quem pode não faz e quem faz não pode. É cruel!
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VII-Transparência opaca Entrei no site da ALE e, tentei sem sucesso acessar o “SIPLE – Acesso à informação da ALE” e, recebi como informação: “O servidor 200.140.171.26 demorou muito para responder”. Tentei entrar na área de “Serviços ao Cidadão”, uma janela que não abre. Fui para “Buscas” e me ofereceram a possibilidade – que rejeitei – de cadastramento. Com tanta dificuldade e como a busca não era urgente – saber quantos salários o deputado recebe por ano –deixei para a próxima legislatura. Creio, confio, acredito, salve, salve, etc que há transparência na ALE, mas é preciso que a ALE demonstre. Sobre a quantidade de salários de cada deputado por ano, creio, confio, acredito, salve, salve, etc. que como há transparência... Deixa quieto. |
VIII-Carcaça de pneus – o problema
A lei de resíduos sólidos existe desde 1998, foi regulamentada em 2000, depois em 2010, mas na prática a lei inexiste. Para ficarmos apenas nos pneus – qualquer supermercado, posto de gasolina ou loja, pode vendê-los – e vendem – e quase ninguém conhece a tal lei que regulamenta o destino do lixo sólido. Não raro uma promoção leva alguém a comprar grande quantidade de pneus para uma “revenda camarada”. A troca se dará na borracharia e é aí nasce o problema. Sem estrutura de loja, o pneu velho na borracharia vira berçário de mosquito da dengue. O governo sabe o que fazer, mas não faz. O borracheiro dá seus pulos para se livrar da pressão dos vizinhos, o crime ambiental ocorre e bem ali na nossa cara.
IX-Maggi para governador
Tem que ser isso: cansados da viagem de Sapezal a Porto Velho, motoristas de carretas que não aguentam mais o rebite resolveram plantar soja nas ruas de Porto Velho. Um grão aqui, outro ali e de repente a Jorge Teixeira e Migrantes serão um imenso campo de soja. A parte das covas – o buraco para jogar a semente – fica a cargo da Prefeitura que está fazendo um belo trabalho há algum tempo. E nada de receber soja do Mato Grosso. A Hermasa é aqui, o Rio Madeira é aqui e só falta o Maggi. Aliás, se Cassol não puder disputar a eleição para o governo do estado, que tal o senador Blairo Maggi. Dizem que os dois são bem parecidos...
X-Papo com Zé de Nana
X1-A filha de Chavez disse que o pai está nas mãos de Deus. Pelo jeito o criador nem tchun.
X2-Como assim asfalto na lagoa? Elementar meu caro Watson... A culpa é do mordomo.
X2-Soja na rua, pneu na rua... Que tal uma audiência pública ou CPI com Dydyo e biscoito?
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