Sábado, 6 de dezembro de 2008 - 07h05
Precisamos ter bom senso daqueles que dirigem, afinal nós ganhamos um mandato para produzir...'
Nesta sexta-feira o Deputado Federal Eduardo Valverde (PT), concedeu entrevista aos jornalistas Léo Ladeia e Everton Leone no Programa Câmera 11 da TV Candelária. O deputado Valverde afirmou que ”Rondônia perde muito com a guerra fiscal praticada entre vários estados. Apesar da tentativa e do debate correto realizado pelo Congresso Nacional, as decisões sobre a reforma tributária ficaram para março 2009.”
De acordo com Valverde, ontem (04) a Câmara Federal Aprovou a PEC que regulamenta a situação de 76 municípios que foram criados depois da mudança do artigo 18 da Constituição Federal, grande maioria no estado do Rio Grande do Sul. Um município de Rondônia -Tarilândia - ainda será objeto de estudos, vez que a populaçao do municipio de Jarú consultada em plebiscito, optou por manter Tarilândia como distrito.
Sobre a reunião com o BNDES, para que o estado de Rondônia participe das ações de desenvolvimento estruturante criadas e lastreadas pelo banco - responsável pelo fomento das grandes ações econômicas a longo prazo - o deputado Eduardo Valverde enfatizou que a idéia principal é que, de mãos dadas com a sociedade, os empreendedores e a prefeitura de Porto Velho, possam criar um plano de ação articulado para fomentar a atividade econômica, não só durante a construção das usinas, mas que também permaneçam após o início da operação no entorno do rio Madeira.
Entende o deputado que o momento agora é de diálogo entre o Governo de Rondônia e o Município de Porto Velho. Salientou ainda que este é um assunto interesse do povo de Rondônia, independente do governo A ou B, afinal o complexo do Madeira é a principal obra estruturante da região norte, e Porto Velho ganha muito com isso, mas também pode ter muitos problemas no futuro. Então é preciso fortalecer a economia regional, até em razão da onda de migração que o estado vem recebendo. O deputado entende que as pessoas que vão se fixar em Rondônia precisam ter oportunidades pós-construção das usinas do madeira, sendo uma das razões que levou o deputado Federal Valverde, a senadora Fátima Cleide, o deputado estadual Ribamar Araújo a visitarem o BNDES.
Indagado por Léo Ladeia sobre os desdobramentos do conflito entre os Poderes em Rondônia, o deputado Valverde disse: ”é um conflito artificial, que não fortalece as instituições, e a questão é pontual.” Acha que “é legitimo o Poder Judiciário julgar de acordo com a Lei, e essa postura de independência não pode ser questionada, se o Tribunal errou em função da não avaliação das provas, a Constituição garante as instâncias superiores para reformar a decisão. O que não pode é fazer deste ato legitimo e constitucionalmente amparado, um cavalo de batalha, ou seja, Poder contra Poder.” No entendimento do deputado“Rondônia vive o momento mais rico da história, é um momento de crescimento econômico acelerado, mesmo com a crise internacional. Precisamos ter estabilidade política e institucional. A briga de Poderes não fortalece essa estabilidade”. Comentou ainda Valverde que, “o BNDES ao financiar um investimento, fortalecer ou fomentar a economia local precisa ter as regras claras e o enfretamento pode paralisar as decisões de governo, e para isso o Poder Político necessita de estabilidade com as leis sendo respeitadas. Esse conflito só enfraquece a democracia local, e Rondônia acaba perdendo o bonde da história. Não é só o presente que se analisa, mas o futuro que se espera ganhar e para isso precisamos ter bom senso daqueles que dirigem, afinal nós ganhamos um mandato para produzir algo positivo ao país.”
O Deputado Valverde, que completa mais um período como coordenador da bancada federal, demonstrou que deseja passar o bastão a outro colega e instado por Léo Ladeia, declarou entre risos que "2009 é um ano de caminhada" numa clara alusão de que entra na disputa ao cargo de governador de Rondônia em 2010.
Fonte: Gentedeopinião com informações do Câmerca 11 (TV Candelária)
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