Segunda-feira, 8 de março de 2010 - 06h24
Se falta estratégia – ou ainda não é conhecida – a Serra, por aqui o tucano Expedito age como um trator turbinado, patrolando em alta velocidade. Sem mandato, Expedito se dedicou ao projeto de candidatura ao governo, com estratégia bem definida que passa por não se envolver em futricas, construir a rede de apoiamentos políticos sem perder de vista o eleitor e de olho nas pesquisas. Sábado foi dia de filiações na capital.
Depois de ficar na mídia por mais tempo que qualquer outro candidato, com encontros que movimentaram cidades e partidos, Confúcio mirou Porto Velho onde está 25% do eleitorado. Com um discurso que alia a modernidade a um jeito meio que mineiro de fazer política, Confúcio já se antecipou novamente ao preparar a equipe de marketing. Muita conversa de pé de orelha, ouvindo mais que falando, vai comendo pelas beiras.
Ardiloso, Valverde conseguiu a indicação do partido. Maduro construiu rapidamente a reconciliação entre os postulantes e as alas internas do PT e segue na peregrinação com dois grandes handicaps: tem a força do PMDB e PDT como aliados naturais para um segundo turno e a força do presidente Lula, o grande marqueteiro destas eleições.
Decifra-me ou devero-te. Acir garante que vai disputar o governo do estado – não tem nada a perder, já que está com o mandato de Senador – mas, não se movimenta. Tudo bem é o seu estilo porém, o tempo passa voando e já se fala na possibilidade que sua esposa venha a ser vice do Valverde e a tentativa de ser governador seja adiada. QRX.
Se tem a força do Cassol, o que é uma baita pista de decolagem, Cahula ainda padece de falta de turbinas para alçar vôo. E olha que sobram visitas aos municípios, entregas de sementes, etc., etc. E não adianta Cassol dizer que ele é o seu candidato, que tem experiência administrativa, etc., etc. A “tchurma” não se empolga nem com o discurso e a teimosia do Cassol, nem com a futura, possível e desejada performance do homem.
A grande vitória da candidata do PSOL, será melhorar a performance do partido desta vez. A tarefa parecia fácil quando se aventou a possibilidade de aliança com o PV da Marina Silva, o que está dando toda pinta de que não vai acontecer em nível nacional. A gasolina que sobra para Cahula, falta para a Rosângela Cipriano. Aí fica mais difícil.
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