Segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 - 10h07

Corrida de Jericos em Alto Paraíso e os bólidos velozes e furiosos partem rumo à primeira curva onde a “máquina” do Cassol engasga e para. O “copila” tenta, gira a manivela e a fera sai tossindo, lento. Depois de tomar uma volta dos dois primeiros, Cassol leva o “traidor” ao box e abandona quando seria ultrapassado por Expedito. Tião de Codó disse que é sinal. Cassol disse que foi sabotagem mas o filósofo Hemetério de Jacobina disse que “é o prenúncio da campanha”.
Pouca gente foi à festa e 3 motivos são apontados: falta de recursos – o estado não repassou a verba, a coincidência com o carnaval da Capital – a Banda saiu ontem e a retração da economia municipal – o forte era a extração de madeira – vez que a Operação Arco de Fogo fechou mais de 50% das madeireiras. Mas a falta de estrutura da cidade deve ter contribuído para afugentar o público.
No mesmo palanque, digo: palco, Cassol, Cahula, Raupp, Confúcio, Valverde, Expedito, Moreira, Natan, Melki, Amaury, João do Vale, Carlos Magno e uma ausência. Tiziu sumiu mas, seu nome ainda que de forma subliminar, estava na estrutura montada por sua empresa. E, claro, como sempre não faltaram faixas agradecendo o apoio. O papo político rolou solto entre as serpentes cordiais.
Para Cassol Cahula é o candidato, apesar do Moreira dizer que falta conversa. PT, PMDB e Psol já definiram seus nomes. Acir, sem nada a perder sai pelo PDT. Bianco já não entra na bolsa de apostas e Expedito que “chutou o pau da barraca” será confirmado como o candidato do PSDB. Recado aos incrédulos: Cassol vai de Cahula e Expedito, o desgarrado, está “solito”, forte e rindo à toa.
O PT faz 30 anos e além dos parabéns de praxe, registro a sua importância no cenário do Brasil. O PT da extremada crítica mudou ou transformou-se quando atingiu a maioridade ou o poder. O PT passou de pedra a vidraça, sem perder a importância para nossa jovem democracia mas, ficou refratário à crítica. “O jovem incendiário será o velho bombeiro”. O crítico porém, cultiva o pessímo hábito de eternizar-se crítico, mesmo quando parabeniza alguém. Parabéns PT
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