Segunda-feira, 17 de dezembro de 2007 - 17h30
POLÍTICA & MURUPI
Frase do Dia
"O equivocado é a oposição torcer para o governo. É assim no mundo inteiro. Era assim quando o PT era oposição." O jeito Lula de encarar a oposição.
Pauta Política de
01-Vivendo sem a CPMF:
O presidente Lula disse hoje no Café com o Presidente: "Não há motivo para precipitação, não há motivo para anunciar medidas de forma extemporânea, não há motivo para a criação de novos impostos. Vamos sentar e ver qual foi o estrago, vamos ver o que é preciso fazer para colocar no lugar. Obviamente, nós vamos ter que arrumar uma grande parte desses recursos. Eu preciso discutir com o ministro da Fazenda, discutir com o ministro do Planejamento, para que a gente possa tomar as atitudes mais maduras possíveis, mais conscientes, sem atropelo". O recado é para tranqüilizar o mercado. O resto se vê depois.
02-Ecos do seqüestro no Roosevelt:
O estranho seqüestro acabou, a nota do procurador federal foi publicada, sabe-se que o curso que o comissário da ONU queria dar, foi dado, e final feliz. Mas, se impõe discutir e aprovar o Estatuto do Índio, seus deveres e direitos, a existência da Funai nos moldes atuais, de forma a qualificá-la para uma atuação moderna e voltada para os povos indígenas brasileiros, com soluções brasileiras, sem utopia, sem paternalismo e sem o concurso de ongueiros e missionários. Afinal o que pode se esperar de alguém que não sabe o que é um índio, não respeita suas crenças e costumes? A hora de fazer é agora.
03-Inclusão digital uma realidade:
As vendas do segmento de equipamentos e materiais de informática e escritório estão em alta e bem acima da média do varejo. A expansão no mês de outubro foi de 38,7% em relação ao mês de outubro de 2006. Segundo estudos do IBGE, o desempenho do segmento é fruto da queda de preços, incentivos governamentais e o fator inclusão digital, que aumentou de forma crescente a participação dos produtos de informática e comunicação na cesta de consumo das famílias. E os empresários do setor sabem que o crescimento ainda está longe do ápice.
04-Fim da CPMF- vitória ou derrota:
Passado o impacto da derrubada histórica ou histriônica da CPMF, governo e oposição, dão os primeiros passos para entender o que aconteceu e planejar o futuro. O Palácio do Planalto, que perdeu a folga fiscal, pretende cobrar caro a derrota, caso haja uma crise na saúde. Entre Democratas e PSDB, só os "demos", recolocados na cena congressual e no mapa partidário, comemoram. Os tucanos divididos admitem ou pedem para voltar à mesa de negociação para discutir com o governo a retomada do tributo. Já o Lula tenta transformar a derrota em vitória.
05-Pedindo água:
O PSDB foi o responsável pela derrota do Planalto, mas não tem o que comemorar, às voltas com a tarefa de reconstruir as relações dentro do próprio partido. Horas depois de negar os apelos de governadores tucanos e ameaçar deixar a liderança se houvesse dissidências a favor da CPMF, Arthur Virgílio voltava ao plenário para apoiar um pedido de empréstimo para o estado de São Paulo, cujo governador, José Serra, trabalhou e muito a favor da CPMF. "Não é um gesto de aproximação, é obrigação de parlamentar", atenua Virgílio. Não é bem isso e o inteligente e preparado político Artur sabe disso. Os tucanos estão de bico rachado.
06-Jucá Rolando Lero Romero:
Enfrentando críticas dos aliados petistas, tentando explicar o inexplicável, Romero Jucá vive seu momento bode de bicheira. Romero é daquelas pessoas que têm explicação para tudo e leva a todos no bico. Mas sua fama de prometer e não cumprir, ou arranjar soluções em cima da hora irrita aliados e adversários. Agora tenta arranjar culpados. Sobre propostas aprovadas no Senado e engavetadas ou alteradas na Câmara, o questionadíssimo líder afirma não poder responder por isso. "Quando falo em nome do governo, não posso me responsabilizar pela Câmara", afirma. Certo o Jucá. Para carregar nas costas, bastam suas cargas passadas e que não são poucas, nem pequenas.
07-A pão e água:
Uma importante liderança de um partido do governo avalia o estrago e prepara a mesa para os Judas. As emendas ao Orçamento desses senadores o Executivo deve atender, pois são recursos destinados a obras importantes em cidades e Estados. mas nada de cargos. Participação no governo é só para quem é aliado E um outro líder mais radical completa: Quem mostrou que não é da base tem de sofrer as conseqüências. Não deve ter direito a emendas e cargos. Além da queda, o coice. Com se vê o natal de alguns políticos terá ceia farta. Farta emenda, farta cargo, e sobra panetone caseiro e Sidra Cereser. Ho! Ho! Ho!
08-Greve de fome:
O representante do Vaticano no Brasil mandou uma carta definitiva ao bispo faminto Dom Cappio, mas a tchurma da melancia dourou a pílula. O recado é mais ou menos o seguinte. Pare a greve, já! A CNBB está preocupada com o lado mais complicado da atitude do bispo uqe é a possibilidade do povaretto passar dessa para melhor. Até Patrus Ananias, católico fervoroso e ministro do Fome Zero se pronunciou sobre o fato dizendo que dom Luiz Cappio tem sido "intransigente" e que a linha de sua greve de fome é extrema. "É inaceitável ir ao extremo", disse o ministro. Taí: um acordo com o ministro, um assento no Mesa Brasil e tudo resolvido. Magrinho, o bispo não vai dar trabalho nem para carregar o caixão.
09-Queda literal de pressão:
Não se sabe ao certo o que provocou o desmaio que vitimou o ministro Tarso Genro na Bolívia. Se queda de pressão devido à altitude ou o aumento da pressão com o discurso de Lula. O Brasil vai investir US$ 750 milhões na Bolívia em quatro anos, dois anos depois do Evo Morales ter nacionalizado o setor petrolífero. Lula e Bachelet do Chile chegaram a
10-Oxigênio para o gás:
Está comprovada a existência e disponibilidade de gás na Região Norte, falta agora investimento necessário para que esse gás seja explorado, disse o presidente da Fiero. Agora acredito que conseguiremos entender os argumentos do Ministério e resolver os pontos que estão trancando a construção do duto, disse Eduardo Valverde. Mais importante que as usinas para desenvolver o estado de Rondônia, é o gasoduto, disse o senador Raupp. Para mim basta o velho grito de guerra: Gasoduto Já!
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