Terça-feira, 7 de agosto de 2012 - 15h20
Frase do Dia:
“Como vou chegar num escritório e entregar um currículo? Vou sofrer com isso a vida toda”. – Advogada Denise Rocha, demitida do cargo assessora parlamentar depois de aparecer num vídeo pornográfico vazado na internet.
I-Tragédia
Um incêndio, sete apenados mortos e ninguém sabe precisar ainda o que houve. O estranho é que no pavilhão sinistrado, que é espaçoso para o número total de presos – 280 – havia somente 100 apenados e visitantes na hora do incêndio. E lá vai o estado de Rondônia parar nas cortes internacionais, independente do que as investigações venham revelar. As investigações se voltam para duas suspeitas principais: o fogo teria começado por detentos que se rebelaram com uma mudança para outro pavilhão ou acidente causado por curto circuito. Mas uma imagem é estranha: o preso morreu dentro de um tambor plástico. Terrível!
II-Falando em presídio...
Será que agora com o engenheiro Lúcio Mosquini levando à frente das obras do estado os novos presídios deslancham? Fazendo reportagens para o “Pó Pará” do Câmera 11 visitei 2 presídios – um é feminino e outro perto do Urso Branco, masculino – com estruturas já bem adiantadas mas com as obras paralisadas. E não são apenas os presídios. Uma delegacia na Zona Leste construída com os recursos de compensações ambientais das usinas estava quase que totalmente pronta, e aguardando possivelmente que a banda de música arrumasse um espaço na agenda para tocar “Céus de Rondônia” na inauguração. Obra parada, todos sabem, é sinônimo de reavaliação de projeto e consequente aumento de custos. Vamos lá Dr Lúcio.
III-Sistema falido
Chamar a Colônia Penal de “agrícola”, para o advogado e presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB de Rondônia, Pedro Alexandre, é paradoxo. Concordo mas não vou “batê lata”. Não existe um padrão de presídios no Brasil. No Ênio Pinheiro que é um estabelecimento penal agrícola não há atividade agrícola ou qualquer outra que dê ocupação aos detentos. Para o estado o negócio é guardar o preso, dar comida e esperar o tempo da pena passar. Ressocializar seria coisa para ONG, Conselhos, etc. O problema é que vez por outra na falta do que fazer os presos “saem na mão grande”, resolvem ganhar uns trocados com a venda de “parangas” ou tocam fogo nos colchões. No caso há uma suspeita de que tudo começou assim.
IV-Sistóle & diástole
A Prefeitura Municipal de Porto Velho continua fazendo uma série de intervenções na cidade e uma das mais importantes é o recapeamento asfáltico que deixa a pista de rolamento lisa como um tapete. Bonito e rápido. O problema é que a nova camada asfáltica cobriu todas as faixas pintadas no chão e a sinalização horizontal foi pra casa do crica. Para muitos é um problema menor, mas para os comerciantes, transeuntes e motoristas que utilizam a Avenida Sete é um transtorno. Por favor, vamos fazer como o coração que faz os dois movimentos concatenados e que possibilita a passagem do sangue sem atravancar o trânsito.
V-Eficácia
Trabalho rápido e bem feito é o que vem sendo executado pelas empresas contratadas para implantar o serviço de água tratada na capital. A coisa é zás-trás. Numa só tacada é efetuado em trechos específicos, o corte do piso, escavação, colocação dos tubos, fechamento e recomposição do piso ou do asfalto quando existe. Contratos quando bem feitos descem a esse nível de detalhamento – tempo de recomposição – evitando problemas para a população, para o gestor público e para as empreiteiras. A transparência é boa até para aquilo que fica debaixo do chão como tubos de água e esgoto. Ah se todo branco fosse assim...
VI-Eficiência
Falando em água, a Caerd está chamando para si a responsabilidade pelo acompanhamento dos serviços de universalização de água. Nada mais justo e lógico, nesse momento em que a empresa se reestrutura, avança e afina o relacionamento com o seu cliente. Na Diretoria Comercial da Caerd entrou o responsável pelas obras do PAC e na presidência a engenheira Marcia Luna, servidora de carreira. Eficiência na gestão se faz com foco no relevante, competência profissional e visão de futuro. A passagem pela coordenação do Plano Diretor da Capital agregou à visão holística da presidente e sua equipe, o conhecimento para prever e se antecipar aos problemas de abastecimento e saneamento, principalmente da capital. E a Caerd vai...
VII-Trans-gelada
Sinceramente não tenho a mínima ideia do que vai ou ainda poderá ocorrer com a novela da transposição, mas acredito que o problema nada tem de semântico como quer fazer crer o advogado da AGU que tentou jogar nas costas do deputado Nazif. A barafunda é mesmo política e isso fica claro com as declarações das ministras do Planejamento, Miriam Belchior e da Casa Civil, Gleisi Helena Hoffmann: “Como é que podemos atender esses pleitos do Estado de Rondônia se o país vice uma onda de greve? Como explicaremos isso? De onde tiraremos dinheiro?”. Não sei quem ficará com o mico – Cassol está livre desse – nas costas, mas Zé de Nana me lembra que “panela em que muitos metem a colher acaba por azedar”. Concordo Zé.
VIII-Falando em greve
A PF está em greve. Pedem reformulação de carreira, reajuste salarial e que Leandro Daiello, diretor-geral da PF vá para a casa do crica. Em greve da PF já se sabe: não tem emissão de passaporte e tem “operação padrão”. Falta de aviso é que não foi, já que a PF negociava com o Ministério do Planejamento há 2 anos. Em termos salariais os policiais reclamam que, embora com curso superior, encontram-se num quadro de nível médio cujo piso é de R$ 7 mil e teto de R$ 11 mil. Pela pedida, o piso iria para R$11 mil e a carreira seria revista. Para o governo é palavrão já que os delegados vão meter o pé de cabra querendo reajuste.
IX-E haja greve de todos os matizes
Andressa Mendonça, ex-quase-futura esposa de Cachoeira foi à CPI falar, mas optou por ficar muda. Em greve, foi dispensada. O deputado Osmar Serraglio do PMDB, vice-líder do governo na Câmara Federal, foi posto em regime de greve pelo governo que ajuda a liderar, pelo motivo oposto: falou demais e deu bom dia a cavalo. Ah! ia esquecendo. Os 5.400 funcionários do Banco Central estão em greve. Os servidores do banco reivindicam reposição salarial da inflação, já que o banco não dá aumento desde 2008 de 23,01%. Juro por todos os santos, pai de santos, bispos, apóstolos, pastores, médiuns, matemáticos, estatísticos e adivinhos, que tentei descobrir de onde veio esse “01%” depois dos 23% e não consegui. Juro: tentei!
X-Papo com Zé de Nana
X1-Vai ter remake da novela da transposição, tipo “Vale a pena ver de novo”?
X2-Fora Cassol e Confúcio que haviam falado que a transposição não ia sair, quem mais vai dar pitaco?
X2-Será que só Fátima, mãe da PEC da Transposição vai carregar o menino feio? E os pais onde estão?
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