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Leo Ladeia

A nova rodoviária: deu a lógica, o bom senso e a justiça


A nova rodoviária: deu a lógica, o bom senso e a justiça  - Gente de Opinião
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O TJ-RO pelo Desembargador Daniel Ribeiro Lagos autorizou e o ainda prefeito Hildon Chaves inaugurou ou se preferem, entregou a nova rodoviária de Porto Velho ao povo e a bela obra, funcional se insere como referência da nossa capital carente de belos cartões postais. Há ajustes a serem feitos, mas menores que os da precária instalação do Cai N’Água. Fim do mimimi, zoeira, “desinauguração” e buchichos de militantes. Hildon Chaves deixa a prefeitura com incríveis 88% de aprovação e como um animal que se descobriu político, entra no frenesi diário dos movimentos políticos, a conversa de bastidores pois a próxima eleição está logo ali, depois da curva do rio e é hora de calçar as botas como dizia Chiquilito e andar no estado. A rodoviária é o seu cartão postal mais visível, mas seu legado é maior. Léo Moraes chega com ganhar na uma vitória eleitoral expressiva para encarar o desafio de quebrar os recordes do seu antecessor. Dois nomes de Porto Velho na borda da piscina aguardando o comando “às suas marcas”. É esperar para ver!

          1.2   A Praça, o Iphan, Castro Alves e a ex-quase virada  

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Em 1991 fazíamos de trem 7 quilômetros saindo do pátio da EFMM centro da luta por um projeto de restauração que sumiu, virou butim e ferrugem e que rivalizava com as obras do teatro estadual, projeto de 1998 inaugurado em 2014. Dez anos depois de solavancos e de muita verba e biografias enterradas, vingou um projeto bem feito e a Amazonfort cuidará do que sobrou ali no pátio sob o olhar do Iphan, MPF, da associação que ficou sem a pretendida sala e antigos “donos da história” de Porto Velho. Ganhar sem guerrear não tem graça e o pátio ganhou o codinome de “Complexo da EFMM” e virou teatro de operações de uma guerra de liminares e documentos entre interessados e nem tanto, tipo peles curtas e cutubas. À meia noite do dia 31 o pátio ficou vazio, sem sentido, sem povo e sem festa e lembrei do poema libertário do Castro Alves em “Espumas Flutuantes, “A praça é do povo como o céu é do condor, é o antro onde a liberdade cria águias em seu calor!” Vivemos no breu, na treva, nessa quadra difícil da vida brasileira de negação das liberdades e sonegação de poder originário do povo. E atentos, comedidos, com a boca que não diz a palavra certa, num faz-de-conta que somos surdos-mudos e insnsíveis, uma nação de almas silentes, mas que no fundo gritam por liberdade!

1.3-       O estilo Leo Moraes I

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O novo prefeito da Capital assume e claro, mostrando o estilo. A cerimônia de posse aberta ao povo se deu, acho que autorizada pelo Iphan, no pátio da EFMM, preservado de danos que talvez deixassem o “povo do réveillon” e não na Câmara de Vereadores, a Casa do Povo. É uma questão semântica. Seu slogan “coligado com o povo”, deve ser a marca da sua administração. Agora é descer do palanque e continuar o trabalho de construção da cidade e do município dando, como deram seus antecessores, uns mais, outros menos, o melhor de si para resolver nossas centenárias mazelas e haja paciência, pois muitas delas ainda estarão entre nós após o seu mandato. Os secretários empossados revelam o estilo e os acordos de campanha em especial no segundo turno, além é claro, dos apoios em prol da governança. Deus fez o mundo em uma semana e descansou no fim. Leo tem 4 anos sem descanso para cumprir o que prometeu. Boa sorte para todos nós!

1.3-       O estilo Leo Moraes II

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Fiel ao discurso de campanha o prefeito Leo Moraes já avisou que o povo não vai pagar para visitar a EFMM. Acredito que possivelmente, face ao contrato existente com a Amazonfort, irá negociar uma forma de remunerar a empresa que em teseé que decide sobre a cobrança ou não para acessar pelo menos a área do museu. A cidade amanheceu em modo faxina. Equipes e máquinas trabalhando como se fosse véspera de 7 de setembro e à frente, o prefeito Leo Moraes dando as ordens e revivendo momentos da campanha eleitoral quando andou em meio a alagações   mostrando o que não foi feito e o que ele vai fazer. Lembrei do ex-pefeito Guedes mostrando na TV como deveria ser feito o corte do asfalto para o tapa-buracos. Se funcionou na época, por que não agora? O tempo passa, o tempo voa...

02-    Ano novo, dólar velho

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Onze da manhã e o mercado abriu a primeira sessão de 2025 na ressaca de 2024:  naquele minuto 1 dólar valia R$ 6,22 e fechou o dia a R$6,16, com o BC tremendo na base sobre se faria outro leilão ontem. Os ventos fazem da biruta um ventilador e o piloto meia colher Haddad resiste com uma fala inteligível que complica mais que explica. O ambiente de incerteza virou ambiente de certeza trágica e perdido, Sêo Lule vazou para o Torto onde passou o fim de ano, longe de praias fechadas. Às voltas com janjinces, queda de popularidade, festa do 8/1, ele nada fala e se fala é um desastre e o dólar sobe. Nossa palavra mágica para 2025 é resiliência.  

 03-   Penúltimo pingo

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Aviso aos operadores de cartão, golpistas do botijão de gás, rifas, etc: continuo o mesmo liso de 2024, 2023 e outros anos até 1949. Não jogo, não aposto, não bati nem bingo na “festa da firma”. Sou problema e não solução. Sigo o batidão, com medo de falar e de escrever, mas ligado no Brasil caranguejo que anda de ré. Zé de Nana diz que meu “sangue ferve por causa da naftalina”, - talvez adrenalina -, mas não é isso. É a velha paranoia de 1968 que está voltando forte. Sou incurável.

leoladeia@hotmail.com

leoladeia3333@gmail.com  

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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