Quinta-feira, 7 de dezembro de 2023 - 08h10
Se os problemas da Amazônia eram
daqueles do tipo manter a floresta de pé, longe dos piratas da serra elétrica, longe
das ONG$ vorazes com seus fundos que ficam nas suas próprias mãos, longe da Marina
$ilva, a filha ingrata que a entregou paras as ONGS e que a abandonou à própria
sorte, fugindo para São Paulo, longe de nações “mui amigas” que querem
monopolizar a produção mundial de alimentos como a França e os Estados Unidos,
longe dos traficantes que a querem apenas como rota internacional de drogas e longe
da sanha de todos, inclusive brasileiros que a querem nua e crua para explorar
até exaurir os seus recursos, surgiu “em tu seio, ó liberdade”, um enrosco
fruto das ações de uma vizinhança tóxica. Convenhamos que nada é tão ruim como
viver lado a lado com um vizinho complicado, turrão, déspota e mal educado. Era
assim com a Venezuela do Chaves e ficou pior com a Venezuela do Maduro. Agora,
a Amazônia Brasileira pode até pegar sarna na região da “Cabeça do Cachorro”. “Em
briga de marido e mulher não se deve meter a colher” diria alguém interessado
no quanto pior melhor, ou “em briga de vizinho é bom não encostar nem para desapartar”.
As duas frases podem valer para casos corriqueiros, mas não agora quando uma
nação soberana, belicosa, com poder de fogo muito acima do seu oponente se
propõe a tomar uma parte substancial do seu território. Fiel ao seu estilo de
recheado de mentiras, subterfúgios e caótico, o ditador Maduro promoveu um
plebiscito e o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela, totalmente
dominado por ele – sem uso das nossas urnas eletrônicas – declarou que 95% dos
eleitores venezuelanos votaram pela anexação de parte do território da vizinha
Guiana, numa região chamada Guiana Essequibo, com uma área de 160 mil
quilômetros quadrados, onde foram descobertas em 2015 reservas de petróleo num
total de 11 bilhões de barris e onde residem 125 mil guianeses ligados ao poder
central da Guiana, país soberano que possui autonomia político-administrativa, fronteiras
de há muito estabelecidas por tratados internacionais, menos pela Venezuela que
insiste na contestação dessa área que Maduro quer anexar ao arrepio da lei e de
tratados políticos, diplomáticos e geográficos.
Maduro utiliza a mesma
brutalidade de outro ditador russo, o Putin, e tenta repetir os abusos contra a
Criméia e agora contra a Ucrânia, usando os mesmos métodos: força bruta e falácia.
O jornalista Josias de Souza passou um pano em sua coluna: “Maduro exibe uma
dupla personalidade. Para ele, mais relevante do que as preocupações da Casa
Branca são as com o Palácio do Planalto. O governo brasileiro e o Itamaraty
fizeram chegar ao Maduro um recado muito nítido: não consideram adequado(o que
seria adequado?) que o resultado desse referendo seja utilizado para mobilizar
uma aventura militar(...) Nos subterrâneos, Maduro manda dizer ao Brasil para
ficar tranquilo, (...) não há o risco de
intervenção(...).” e conclui “Se isso ocorresse, seria uma tragédia.
Permitir que surja no seu quintal uma guerra regional seria um fracasso para um
líder político como Lula, que se pretende líder regional”. Essa parte é certa!
Por via das dúvidas e como
seguro morreu de velho, o Exército Brasileiro está enviando 20 – é isso mesmo
gente 20 – Guaicurus blindados para a fronteira com a Venezuela. Mal comparando,
é como se dois guardas municipais fossem ao Complexo da Maré com duas CG125 e
dois revolveres 32 para dar um baculejo nas bocas de fumo. E tem mais, os
blindados vão sair do Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Paraná e vão rodar por
cerca de 30 dias até chegar ao teatro de guerra. Até lá tudo que poderia ocorrer já ocorreu.
Como esse rolo beira ao absurdo, fui procurar um pai de santo famoso que me
disse: “Mizifi, esse Maduro é um incosto que grudô na cacunda de Lula e pra
tirá ele tem que fazê trabáio cum fumadô e vela. Mais óia aqui mizifi, se tu
trazê só o maráfu, o véi disfaiz. O véi sabe fazê e disfazê”. E agora?
2-O ÚLTIMO PINGO
O Brasil está entre os 20 piores
países do mundo em matemática e ciências do Programa Internacional de Avaliação
de Estudantes (Pisa) 2022. Menos de 50% dos alunos conseguiram um aprendizado
mínimo do que era esperado e apenas 1% obteve os melhores níveis de rendimento
matemático. O resultado foi divulgado ontem pela Organização para a Cooperação
e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O incrível é que muitos burocratas da
educação em todos os níveis e em todos os 27 estados da federação ficaram
perplexos com o resultado. Não entendi necas de pitibiribas. A política de
governo não substitui a política de estado. Zé de Nana até comentou sobre essa
tal perplexidade: “Será que uzómi tão querendo engordar o porco sem dar ração nem
a lavagem dos restos de comida?”
Como cortar a própria carne sem anestesia
A “tchurma do primário mal feito” disse: corte só depois da eleição. Dona Simone jurou: "Chegou a hora de levar a sério a revisão de gastos. Não é p
Deu o que o americano escolheu
Assisti parte do “esforço jornalístico na reta final” das eleições nos EUA durante a madrugada e vi duas desmobilizações que não estavam previstas.
A segurança é importante demais para ficar apenas com um ministro A ideia do SUSP não é ruim e nem nova. É de 2018- Lei 13.675 – quando o Brasil vi
Quem é com-Vicente? Será o Benjamin?
Sêo Benjamin do STJ foi à boca do palco e anunciou: “O STJ não vive uma crise exceto a de volume gigantesco de processos. O que temos são fatos isol