Quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025 - 16h20
Atualmente
notamos muitos pais que parecem terem perdidos as noções de tempo e espaço com
relação ao entendimento e os limites da maternidade. Uma grande parcela está
fazendo dramas e chantagens emocionais para que os seus filhos não saiam de
casa, tornando-se grandes obstáculos em qualquer relacionamento amoroso dos
filhos.
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Quem já viveu em algum momento esta realidade com alguns dos seus pais?
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Como se deu o enfrentou esta situação, bateu de frente ou se acomodou por serem
os seus pais e você não quis discussão?
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Se você identificou que a sua mãe é uma pessoa habilidosa em fazer chantagens
emocionais, quais são as suas estratégias e métodos para contornar esta
realidade?
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Será que você não é uma dessas mãos ou pais nos dias de hoje?
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Quantas vezes os seus pais interferiram nas suas escolhas amorosas?
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Como você reagiu a este tipo de interferência?
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Quantas vezes a sua mãe criou algumas histórias de saúde para lhe impressionar?
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Você conseguiu por algum momento perceber a estratégias de manipulação? Se você não percebeu,
passe a observar, para você ela pode se fazer de uma pessoa extraordinária, mas
possa ser que para a pessoa da relação ela se mostre de verdade. Atente-se!
Filhos
que apesar de crescerem, parecem que o umbigo não foi cortado no que diz
respeito ao desvinculo da residência dos seus pais ou ainda, tem a sua casa,
mas não saem da casa dos pais. É visivelmente crescente o número de filhos que
parecem que perderam a perspectiva de vida afundando-se numa bolha doméstica,
onde não conseguem nem mesmo encontrar os caminhos sólidos de uma carreira
profissional.
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Quantos filhos parecem que não saíram da adolescência? Atualmente, quantos
adultos com filhos tem se comportado como verdadeiros adolescentes?
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Será que você não é um deles no dia de hoje? Mas você deseja mudar esta realidade ou
é conveniente para você viver com seus pais tomando decisões por você?
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O que prende estes filhos emocionalmente dentro destas famílias? Elas conseguem ter
ideia de desafio ou é um desafio para os próprios pais?
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Porque será que não conseguem tomar decisões que gerem mobilidade ou
crescimento pessoal e profissional?
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Porque muitos filhos estão com grandes dificuldades para a tomadas de decisões?
Porque
não conseguem dizer não e sair da zona de conforto?
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Porque na maioria das vezes, alguns filhos que dizem querer sair da casa dos
pais, no primeiro obstáculo, desistem? As vezes dizem até que precisam ficar próximos
dos pais para ajudar, quando na verdade estão com medo de enfrentar os desafios
e conflitos na vida.
No
ambiente de trabalho, funcionários que buscam laços de família num ambiente
cujas relações devem se limitar aos aspectos profissionais. Em alguns ambientes
é observado elevado números de conflitos relacionais porque muitos funcionários
passam dos limites dos termos aceitáveis no ambiente empresa. Afinal existem
aqueles que se esforçam para ter penetrabilidade na vida pessoal efetivamente
na vida dos seus colegas e chefes demonstrando forte dependência emocional.
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Quantas vezes você viu colegas chorando nos corredores, estacionamento ou
jardim da empresa porque alguém não agiu da forma como ela queria?
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Porque existem funcionários que acreditam que os seus chefes devem agir como se
fossem os seus pais?
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Como gerenciar esta dependência emocional, essas carências e frustrações?
Recomenda-se terapia por meio de profissionais especializados na área. Afinal, é
disfuncional adotar tais posturas no ambiente de trabalho.
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Como você pode querer ter o pai que você não teve na sua família ir buscar
dentro da empresa? Será que não tem algo estranho nesta postura?
É
visivelmente observado que diversas situações similares estão explodindo nos
diversos espaços públicos e privados nos quais estes dependentes emocionais.
Geralmente podemos dizer que a falta de gestão da inteligência emocional para
enfrentar as próprias realidades é um dos maiores desafios para estas pessoas,
vítimas de si mesmas.
Hoje,
crescem os cenários de indecisões e tribulações diante do ir ou não ir, entrar
ou sair, parar ou seguir, dizer sim ou não. Assim não podemos esquecer das
relações amorosas nas quais muitos casais estão se formando dessa forma ou a
partir desta busca – uma pessoa para cuidar delas. Agora reflita:
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Porque este sentimento? Porque esta busca como prioridade? Não estaria buscando
um pai ou uma mãe que foi ausente em sua vida?
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Ter uma esposa ou um marido no papel, mas uma empregada ou um financiador na
prática, francamente, esta não é uma conduta disfuncional?
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Ter como pré requisito nas suas buscas amorosas uma pessoa que cuide de você,
será que abre espaço para a chegada de uma pessoa controladora em sua vida?
Será que você não viverá uma forte relação tóxica e abusiva? Tenha muito
cuidado com estas buscas elas podem trazer sérios conflitos médio e longo
prazo!
Refletir
sobre maturidade emocional é se propor a apresentar sinalizações sobre a gestão
da inteligência das nossas emoções. É importante trazer estes sinalizadores
para todos os seres humanos, afinal há quem esteja atravessando neste momento
tais cenários e não estão atentos de que se tornaram vítimas de si mesmos.
* Uemerson Florêncio – (Brasileiro) Empreendedor. Treinador, palestrante e
correspondente internacional onde expõe sobre a análise da linguagem corporal,
gestão da imagem, reputação e crises.
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