Sexta-feira, 2 de setembro de 2022 - 08h45
Eu tinha apenas dois anos de idade, quando brincava na proa do pequeno barco que servia de consultório odontológico à minha mãe. Era uma manhã de inverno na Amazônia Ocidental Brasileira – início dos anos 1960.
Aos 27 anos, ela atendia um paciente ribeirinho, enquanto eu brincava com o King na proa. Um cachorro vira-lata com alguma semelhança a um Collin. O barco tinha o nome de Jaimar, uma conjunção do nome do meu pai, Jairo, como o nome dela, Adamar.
Repentinamente, tropecei e caí no caudaloso rio Amazonas, turvo e traiçoeiro. Desaparecendo por segundos na correnteza, junto com o King, que pulou junto e me segurou com a boca. O maquinista do barco presenciou a cena e se jogou na água, conseguindo nos resgatar alguns metros abaixo. Não fosse o gesto protetor do cachorro e a atitude de não me soltar, um dos dois ou ambos teríamos perecido.
Após o incidente, minha mãe decidiu parar de navegar e estabeleceu-se na cidade de Porto Velho. Por dois anos mais, King esteve conosco, sempre fiel e brincalhão, até morrer atropelado. Logo depois de sua morte, numa noite chuvosa, minha mãe, sempre cuidadosa, percebeu que minha cama estava vazia. Desesperou-se e foi à minha procura no quintal, onde me encontrou sentado ao lado do lugar onde ele estava enterrado.
Jamais
esqueci aquela experiência
sobre a qual alicercei um amor pelos cães, por sua lealdade e proteção, felizes
apenas com poder nos acompanhar em sua curta existência.
Eu não conseguiria ser indiferente, sabendo que algum animal tão dócil e afetuoso esteja
exposto a maus-tratos ou abandonados à própria
sorte, à espera de adoção por alguma alma evoluída e
generosa.
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