Sexta-feira, 6 de janeiro de 2012 - 00h09
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A clarividência
Conforme as estimativas dos magos da oposição, num verdadeiro exercício de clarividência, as eleições a prefeito da capital vão se desenrolar da seguinte forma: 1 – Ninguém define a coisa no primeiro 2 – O PT encaminha um nome ao segundo turno 3 – No segundo turno, o candidato da oposição que alcançar a segunda etapa leva a melhor
A matemática
Como se sabe, a política não é uma ciência exata, mas algumas coisas já aparecem bem claras: 1- O PT não tem um nome à altura do atual prefeito Roberto Sobrinho para derrotar a oposição 2 – O PT junto com seu parceiro PMDB saíram chamuscados na Operação Termópilas 3 – Mesmo com tantas obras petistas, depois de oito anos , o que se vê é o desejo de mudança.
Uma definição
Os alquimistas da oposição aguardam com expectativa a definição do ungido do prefeito Roberto Sobrinho para as eleições municipais de outubro. A direção do partido chutou a escolha das prévias para março, quando a ex-senadora Fátima Cleide e o secretário municipal Cláudio Carvalho serão avaliados pelas bases da legenda.
As intenções
Identificar as reais intenções dos políticos locais é uma tarefa difícil para os analistas políticos. Cassol em 2010, poderia ter emplacado seu sucessor com Expedito, mas preferiu colocar Cahulla nas paradas para perder. Sobrinho têm a ex-senadora Fátima Cleide, mais forte, para a jornada 2012, mas pode impor Cláudio Carvalho.
A fogueira
A fogueira de vaidades arde forte, como o capim do verão das queimadas rondoniense nas secretarias estaduais. Até na pasta da Educação volta e meia Julio Olívar, o titular da pasta e a adjunta Sueli Aragão se olham com desconfiança. Nos bastidores políticos fala-se em batata assando, em frituras etc. Será?
A insegurança
A grande verdade é que reina um clima de insegurança no corpo de secretariado da gestão “Cooperação”.Ocorre uma alta rotatividade de secretários neste governo e o prazo de validade de um cargo do alto escalão não tem durado um ano, da Casa Civil a pasta da Saúde. Isso deixa todo mundo inseguro quando as pressões existentes.
Obras em 2012
Trabalhando em conjunto com a bancada federal, governador Confúcio Moura pretende viabilizar obras marcantes a partir deste ano através das emendas parlamentares. As principais são: a extensão da Ferrovia Transcontinental até Porto Velho, a implantação da Rodovia Transrondônia, o sonhado gasoduto e saneamento básico para os municípios.
A pacificadora
Tendo em vista a dramática situação da Zona Leste de Porto Velho em termos de criminalidade – a região detém o mais elevado índice de todos os bairros – ponteando os quesitos homicídios e tráfico de drogas, a população já sonha com a instalação de uma unidade pacificadora, naqueles moldes implantados nos morros cariocas. É o caso.
Do Cotidiano
O destino do livro
Os carros vão voar e se algum órgão seu não funcionar como deseja, poderá comprar um novinho em folha no supermercado de órgãos sintéticos. Se essas previsões ainda parecem surpreendente, a não ser na ficção, nem por isso estão no rol das impossibilidades: estudos para tornar isso possível e barato estão em pleno andamento.
Estimativas dos especialistas em desenvolvimento tecnológico projetam mudanças espantosas. Nada do que hoje consideramos o máximo da tecnologia será utilizado em breve. Tudo o que julgamos evoluído e ideal será considerado lixo e inutilidade em muito breve.
Nesse contexto de admirável mundo novo, que papel caberia ao livro que hoje condensa poeira e atrai traças em ambientes de pouca ventilação e sem cuidados especiais de conservação? É provável que esses livros se destruam rapidamente e não haja mais editoras em condições de replicá-los. Inclusive porque, se forem obras técnicas, todo o conhecimento ali contido estará irremediavelmente superado pelo desenvolvimento tecnológico.
Leitores, livreiros e editores desde o início da terceira revolução industrial se perguntam sobre o futuro do livro. Se a primeira revolução foi representada pela metalurgia e pelo trem e a segunda pelo automóvel e a energia elétrica, a terceira é sintetizada no computador, que traz certezas e dúvidas com a mesma intensidade.
Uma delas é sobre o destino da imprensa tal qual a criou Gutenberg: ela vai sobreviver ao computador como o teatro sobreviveu ao cinema e este seguiu em frente depois da televisão?
Se a imprensa continuasse vista apenas como um conjunto de moldes pressionados com tinta de diversas origens sobre a superfície de materiais à base de peles ou árvores é certo que sua condenação seria fatal. Essa imprensa à base de papel e tinta ainda vai durar muito, mas não terá mais o privilégio de ser o grosso das publicações.
A certeza que já se tem sobre os jornais e livros do futuro é que eles serão cada vez menos de papel feito à base de celulose vegetal, matéria-prima que poderá se tornar superada e desnecessária em breve, mas isso ainda não tornará a imprensa obsoleta.
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Via Direta
*** Os prefeitos estão preocupados com a perspectiva da queda no rateio e distribuição do FPM para 2012 *** A preocupação tem razão de ser pela queda na arrecadação do ICMS nos últimos meses *** Ano novo na capital com velhos problemas: saúde, segurança e as alagações nos bairros.
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