Quarta-feira, 11 de julho de 2012 - 05h04
Nas capitais
Em várias capitais brasileiras, como Fortaleza, Curitiba, Recife e Porto Velho, PT e PSB duelam pelas prefeituras. Em ascensão e já com maior numero de governadores do que o PT, o PSB procura criar asas para eleger o governador do Pernambuco Eduardo Campos á Presidência em 2014.
O senador licenciado Acir Gurgaz, presidente regional do PDT entra para valer nas eleições municipais deste ano, reforçando as paliçadas de aliados como Mauro Nazif (Porto Velho) e Jesualdo Pires (Ji-Paraná), que tem respectivamente como vices do seu partido, Dalton di Franco e Marcito Pinto.
Para complementar a primeira rodada da sabatina do Diário com os candidatos a prefeito em Porto Velho publicaremos nos próximos dias as entrevistas do ex-deputado federal Lindomar Garçon (PV) e do professor Janderson Silva, do PSTU. O último é ainda um desconhecido do grande público.
Nem parece que os deputados estaduais estão em recesso. Como vários deles são candidatos às prefeituras – casos dos municípios de Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena – e tantos outros estão envolvidos nas eleições municipais apoiando aliados pelo interior afora, o ritmo da maioria deles é acelerado.
O maior beneficiado pelo descontentamento dos Democratas com o pé desferido em Ailton da Social por Mário Português (PP), foi Mauro Nazif (PSB). A migração também acontece com os vermelhinhos do PC do B que não aprovaram a coligação com Mário Sérgio (PMN), pulando para a campanha do representante socialista.
Força do PMDB
Por um triz
Por falar em PMDB, por um triz o partido ficou sem formatar aliança. Miguel de Souza, do PR, no último dia de convenções visitou o partido para entabular entendimentos, mas um então vice da legenda quase escorraçou a liderança republicana dizendo que por lá “já estava tudo resolvido”. Coisa de louco!
Enquanto não é inaugurado, o viaduto que dará melhor acesso a região do Eldorado, a obra tem sido de grande utilidade para prostitutas e travestis. A maioria resolveu migrar para o local. São favorecidos pelo escurinho e com farta clientela advinda dos caminhoneiros que transitam pela rodovia 364.
A cirandinha
Como explicar o fato de alguns dos vereadores do PV pular cirandinha com Mário Português, da Frente dos Milionários? Afinal, a candidatura do verdinho Lindomar Garçon é para valer ou é um candidato de escuderia do poderoso empresário da Coimbra?
O que aconteceria com o desenho do mapa do Brasil se ainda hoje valessem os termos dos tratados de Madri e Santo Ildefonso? Aconteceria que o território boliviano se estenderia até o Rio Madeira, nas cercanias de Humaitá, no interior do Amazonas, englobando grande parte desse Estado, incluindo todo o atual Acre e o distrito de Extrema, em Rondônia.
A borracha, abundante nessa região, levou os brasileiros a invadir sistematicamente o território boliviano, gerando conflitos que só começaram a ser aplacados, embora em meio a constantes demandas e atritos, com o Tratado de Ayacucho, de 1867. O tratado, composto por trinta artigos, declarava a paz entre os países e estabelecia relações amigáveis de navegação e tráfego.
Só em 1895, porém, seria nomeada uma comissão demarcatória encarregada de definir de vez os limites entre Brasil e Bolívia de acordo com o estabelecido em 1867. O chefe da delegação brasileira, o coronel Thaumaturgo de Azevedo, ao constatar a latitude da nascente do Javari, ponto inicial da linha divisória entre os dois países, percebeu que ficaria com a Bolívia uma grande região rica em látex, quase totalmente ocupada por brasileiros. Thaumaturgo de Azevedo denunciou ao governo federal o prejuízo daí decorrente, já que o Brasil perderia o alto rio Acre, quase todo o Iaco e o Alto Purus.
Embora seu nome signifique “autor de milagres”, Azevedo não obteve sucesso. O governo rejeitou os argumentos do coronel, que contrariado demitiu-se e denunciou o que considerou um grave erro da diplomacia brasileira na imprensa, dando origem a uma intensa polêmica que mobilizou a opinião pública nacional.
Azevedo foi sempre acompanhado pela polêmica. Piauiense e, quando capitão, nomeado governador de seu estado após a proclamação da República pelo presidente Deodoro da Fonseca, ele foi promovido a tenente-coronel e eleito em 1891 como o primeiro governador constitucional do Amazonas.
Ficou poucos meses no governo do Piauí e no Amazonas teve um resultado ainda pior: foi deposto do cargo ao se chocar com os interesses dos líderes amazonenses. Ao ser nomeado para chefiar a comissão demarcatória encarregada de definir os limites entre Brasil e Bolívia de acordo com o estabelecido no Tratado de Ayacucho, ele estaria no centro de uma nova confusão.
Via Direta
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