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Carlos Sperança

Pré-candidato do PMDB sofre com cama de gato e fogo amigo


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As reviravoltas

Ao meio de boatos de desistências de pelo menos três fortes postulantes a Prefeitura de Porto Velho até as convenções do dia 30, o cenário da corrida sucessória continua turvo, indefinido, e catimbado até nos principais blocos. As composições têm sido feitas à noite e desfeitas pela manhã.

 
 

Gente de OpiniãoAs motivações

No caso da desistência de Hermínio Coelho (PSD), a coisa seria motivada pela falta de espaço na televisão e ela já é tida como certa. No caso de Lindomar Garçon (PV), em vista de entendimentos com o governo, e de Mauro Nazif (PSB) pela desmobilização em campanha.

 

Gente de OpiniãoCama de gato

Além da situação destes três postulantes de ponta a se definir, ainda existe o caso do médico José Augusto, do PMDB. Ele sofre cama de gato, e fogo amigo. Os concorrentes se encarregam da sua fritura, de provocar cizânia para tirá-lo do páreo. E um deles quer ser indicado vice da pré-candidata do PT Fátima Cleide.

 

Gente de OpiniãoTudo em aberto

Estamos a uma semana das convenções partidárias e até os  candidatos de ponta não tem vice e padecem com dificuldades para montar suas alianças. Se o caro leitor perguntar quem vai ser o vice de Fátima Cleide, Mauro Nazif, Mário Português, Mariana, Dalton di Franco, Miguel de Souza, José Augusto e Mario Sérgio, nenhum deles  saberá responder.

 

Gente de OpiniãoFocos de rebelião

Temos focos de rebelião nos principais blocos formados. No Bloco da Cooperação, PT, PDT e PMDB seguem caminhos diferentes e com candidaturas próprias. No Frentão, Hermínio Coelho está desistindo, e Mariana Carvalho (PSDB) e Garçon (PV) não se entendem.

 

Gente de OpiniãoAté os nanicos!

Até a coligação dos nanicos, que sustenta a pré-candidatura de Mário Sérgio (PMN) enfrenta turbulências. Ocorre que o PC do B que tinha acertado sua adesão, também negocia com outras agremiações e até agora não emitiu um sinal que proporcionasse mais segurança para a coalizão.

 

Na sabatina

O Diário prossegue na semana que vem a sabatina com os pré-candidatos à prefeitura de Porto Velho. Miguel de Souza já esta marcado para terça-feira e durante a semana também serão convidados Mariana Carvalho (PSDB) e Mário Português do PPS e Frente Popular.

 

Gente de OpiniãoOlho vivo

Hábito comum em Rondônia, às pesquisas fraudadas serão alvo de punição mais rigorosa a partir de agora. Avança na Comissão de Constituição e Justiça no Congresso, projeto que prevê a ampliação da multa de R$ 100 mil para R$ 500 mil para as empresas que divulgarem pesquisas fajutas.

 

Gente de OpiniãoOs inelegíveis

Era previsível que a lista dos inelegíveis rondoniense fosse enorme. Mas a nominata divulgada pela justiça eleitoral superou todas as expectativas, com quase 150 atingidos, proliferando os ex-prefeitos. A próxima lista deverá evidenciar pelo menos uma dezena de  prefeitos atuais, mais sujos do que poleiro.

 

 

Do Cotidiano

A crônica de Akakor

Os índios Mongulala são descendentes dos deuses que vieram de um sistema planetário chamado Schwerta e em 12 a 15 mil anos de história da Amazônia edificaram inúmeras cidades na floresta tropical. Esses deuses primordiais foram os artífices de um sistema de túneis que se distribuem por toda a América do Sul, conectando cidades que eles próprios construíram: Akakor, Akahim, Akanis e outras. Enclaves como Cuzco y Macchu Picchu também estavam conectados a este emaranhado de túneis, que estariam, ainda hoje sendo utilizados pelos índios remanescentes.

Esta poderia ser apenas uma lenda a mais em meio às inumeráveis e fantásticas histórias, concepções religiosas e mitos fundantes dos povos amazônicos, se não fosse apresentada como um relato verídico feito por um príncipe indígena chamado Tantunka Nara, pertencente à tribo Ugha ou Mugulala, pelo escritor, sociólogo e jornalista alemão Karl Brugger em seu livro A Crônica de Akakor.

Publicado na Europa em 1976, o livro resulta de várias horas de gravação feitas pelo pesquisador com o príncipe índio que afirmava ser filho de uma índia da Amazônia com um soldado alemão. O livro deu fama a Brugger e o colocou no mesmo nível de um Erich Von Däniken, o escritor suíço que se tornou uma celebridade após a publicação do livro Eram os Deuses Astronautas?

 Tantunka narrou a Brugger as lendas de seu povo, que estão descritas na obra desde a chegada de seus deuses civilizadores até a década de 1970. Originalmente, segundo o príncipe os textos foram escritos no idioma de seus Mestres Antigos (Deuses) em cascas de árvores.

Na época em que travou contato com Tantunka Nara, o jornalista alemão se encontrava trabalhando no Brasil. Ele gravou todos os relatos em fitas magnetofônicas, que depois degravou para publicar como livro em 1976.

A Crônica de Akakorconta a história milenar da América do Sul pela perspectiva dos Ugha Mongulala, que seria a civilização mais antiga da região, trazendo respostas para muitas questões que a história, a arqueologia e as demais ciências ainda não conseguem explicar, como a construção de Tiahuanaco e Macchu Picchu.

 

Via Direta


*** Repercutiu favoravelmente no meio empresarial o lançamento da pré-candidatura de Mário Português (PPS) *** Os assaltos e arrombamentos a residências estão voltando com força na capital *** O funcionalismo já está com um pé atrás com a transposição de novo...   

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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