Quinta-feira, 27 de maio de 2010 - 05h44
Chumbo trocado
O PMDB e o PT de Rondônia não se emendam. O senador Valdir Raupp (PMDB) espalha boatos por Rondônia afora que o petista Eduardo Valverde (PT) já teria acertado como vice de Confúcio e os petistas, pelo seu turno, garantem que Marinha Raupp já acertou para ser vice do petista Eduardo Valverde. Em tempo: Nenhuma das informações é verdadeira.
Pressões acabam
Mesmo com toda fofocarada, o senador Valdir Raupp, presidente regional do PMDB se mostra mais tranqüilo sobre seu projeto de reeleição. O barbudo queixada até já reduziu as pressões em Brasília para retirar a senadora Fátima Cleide (PT) do seu caminho, por conta de um acordo que ele pretendia, via goela abaixo com o Diretório Nacional do PT.
Aposta de Cahulla
Depois de desempacar nas pesquisas com respaldo do eleitorado rural, o governador João Cauhlla (PPS) aposta em melhorar sua posição visando uma vaga ao segundo turno, com uma blitz na capital, que tem o maior eleitorado do estado. Para tanto, ele aposta em um programa de pavimentação nos eixos operários, no pagamento em dia dos servidores e na conclusão do Centro Administrativo.
Fórmula cassolista
Na verdade, Cahulla segue a forma cassolista para se dar bem nas eleições: pagar em dia os servidores e fornecedores na capital, gerando reflexos em cascata a economia e tocar obras de pavimentação no interior, com visitações freqüentes aos capiaus e ribeirinhos. Só falta El Bigodón jogar bola na várzea.
Coração vagabundo?
Como uma donzela indecisa, assediada por bons pretendentes, o PSB flerta com o PT de Eduardo Valverde e também com o PSDB de Expedito Júnior. Ocorre que o deputado federal Mauro Nazif esta fazendo as contas sobre qual será sua melhor opção, visando às coligações para Assembléia Legislativa e Câmara Federal.
Balcão de negócios
A indecisão de Mauro Nazif também lhe pode causar uma nova crise de credibilidade, como aquela das eleições municipais quando só se definiu nos últimos dias e foi transformado por Cassol em mero candidato de escuderia de Lindomar Garçon a prefeitura de Porto Velho. Nazif não pode ficar anunciando que apóia Fátima Cleide e Dilma na capital e no interior vestir a camisa tucana.
Blitz do Lebrão
O deputado Lebrão – aquele da briga com os padres no Vale do Guaporé – mesmo sendo representante de um município de baixa densidade eleitoral (São Miguel) já é considerado uma das possíveis surpresas da temporada. Embora com uma atuação apagada na tribuna do parlamento estadual, ele soube expandir seus redutos para Alvorada do oeste, Costa Marques e Guajará Mirim.
PTB com tucanos
O presidente do Diretório Nacional do PTB Roberto Jefferson anunciou que os trabalhistas realmente vão seguir com o presidenciável tucano José Serra nas eleições de outubro. Em Rondônia, segundo o presidente regional Nilton Capixaba, será a mesma linha, mas sem acordo com o tucanato local. Os petebistas rondonienses estão com Cahulla.
Volta a ribalta
Não tá morto quem peleia, como dizem os gaúchos. O deputado estadual Valdivino Tucura (PRP-Cacoal) esta de volta ao pódio, depois de reaver na justiça sua cadeira que estava em poder do veterano Silvernani Santos (DEM- Jaru). No âmbito de alianças para as eleições de outubro nada muda, já que Tucura também integra a base governista.
Do Cotidiano
Guerra contra a ignorância
Na guerra contra a ignorância, o estímulo à leitura precisa ser a arma principal. Se esta afirmação é verdadeira e já consegue uma natural unanimidade, a maneira de levar analfabetos às letras e analfabetos funcionais a aprender mediante a correta interpretação da escrita suscita as mais diferentes propostas e recomendações.
Uma dessas propostas se baseia em que as pessoas só vão ler se a leitura lhes trouxer prazer ou vantagem. No momento em que perceberem estar usufruindo de uma delas ou das duas possibilidades, não precisarão ser forçadas a ler. Mas há outros pontos de vista, que defendem a obrigatoriedade da leitura através de normas impostas por lei. Espontaneamente ou na marra, o que vai funcionar melhor?
Obviamente, obrigar a criança e o jovem a ler não funciona. Em prejuízo das próprias crianças e jovens, as listas de leituras obrigatórias trazem obras que só deveriam ser consumidas pelos leitores em uma outra etapa de sua formação. A obrigação de ler e resumir livros antigos criou a indústria dos resumos comprados, hoje fáceis de obter na Internet.
A editora Sônia Machado Jardim, presidente do Sindicato Nacional de Editores de Livros e do Instituto Pró-Livro, acredita que o grande número de alunos que saem da escola sem ter adquirido o prazer ou o hábito de ler deve ser combatido com uma nova forma de obrigar os escolares a ler: “Na minha opinião, a escola deveria ter uma hora de biblioteca na grade curricular, como um momento de prazer num ambiente agradável”.
Três anos – A proposta da editora é combinar obrigação com prazer. De fato, talvez ler e interpretar na mesma aula textos escolhidos pelos próprios alunos funcione mais que a “tarefa de casa” de ler e resumir livros clássicos de José de Alencar ou Machado de Assis. Mesmo sendo uma aula obrigatória de leitura, a possibilidade de o aluno poder escolher o tema e o autor dos textos pode permitir, abaixo de certas regras, a busca do prazer e da utilidade que a leitura pode proporcionar.
Sônia Jardim é uma otimista. O Brasil completou a primeira edição trienal (2006/2009) do seu primeiro Plano Nacional do Livro e Leitura positivamente, segundo ela. “O lado positivo do Plano Nacional do Livro e a Leitura foi a articulação entre o Ministério da Educação, o Ministério da Cultura e a sociedade civil, identificando e estimulando iniciativas em favor do livro e leitura”.
Via Direta
***O Instituto Previsão, criado em Rondônia, ganha asas e já atua nos demais estados da região amazônica *** O prestigio foi adquirido pelo elevado numero de acertos nas eleições municipais de 2008 e já esta em campo para aferir a corrida sucessória estadual em 2010 *** Em revoada para Belo Horizonte os deputados estaduais de Rondônia participaram ontem de encontro da UNALE, entidade que congrega parlamentares de todo pais.
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