Quinta-feira, 4 de agosto de 2011 - 12h21
Os meios de comunicações de Rondônia têm registrado queixas de setores da Assembléia Legislativa dando conta de que estão subtraindo o mérito pela a iniciativa da lei que extinguiu a aposentadoria de governador do estado. As queixas se dirigem, claramente, aos mesmos veículos que, ‘generosamente’, têm dado amplo espaço ao parlamento.
As queixas não têm consistência. Não tem nada errado com a lei aprovada. O erro, que é do parlamento e da mesa diretora, está na insistência de ofender a inteligência coletiva e, particularmente da mídia noticiosa, com campanhas publicitárias claramente dúbias, enganadoras, falsas. Nessa linha obscura, não tem nenhuma serventia positiva. Só geram efeitos negativos sobre o produto que divulgam, a instituição e os seus membros. Os informados desaprovam. Os mal informados vão se informando e retirando o eventual aplauso. Ninguém gosta de ser enganado.
Não culpo a empresa contratada pela Assembléia Legislativa que produz as peças. Mas quem os aprova e autoriza a divulgação. E, com certeza, entre estes estão os autores das leis focadas pelo Poder Legislativo. Torrar a paciência da sociedade dizendo que acabou com a farra das aposentadorias de governadores é vender ilusões, enganar o eleitor e ofender a boa fé das pessoas.
O injusto pagamento das aposentadorias aos ex-governadores foi que motivou a lei, que só valerá daqui pra frente. Mas a publicidade não diz isso. Ao contrário. Procura induzir à crença de que Jerônimo Santana, Ângelo Angelim, Osvaldo Piana, Valdir Raupp, José Bianco, Ivo Cassol terão que viver às suas custas. O que não é verdade. Continuarão sim, a viver às nossas custas.
São essas malandragens que minam a parca popularidade do parlamento estadual. A campanha sobre a gratuidade no estacionamento do shopping Center da Capital, é outra bazofia digna da intervenção do Ministério Público e do Tribunal de Contas. Afinal estão gastando uma grana preta com essa peça sobre um benefício que tem tudo para ser de curto prazo. Se fizer as contas, se descobrirá que, talvez, o que os usuários estão deixando de pagar custa menos que os valores pagos pela peça publicitária. Com o nosso dinheiro. Nós merecemos isso?
Então, a queixa vinda do ilustre parlamento, está clara, são inconsistentes e descabidas. Na verdade, já que a Assembléia que tanto reclamou e cobrou respeito, - em campanhas massivas -, mas não se dá ao respeito, por essas e outras atitudes que rolam nas sombras para saciar apetites cada vez maiores, e que não são de interesse público, deveria, isso sim, nos respeitar. Como cidadãos, eleitores e contribuintes que lhes paga as contas. E para com os delírios.
Osmar Silva
Jornalista
sr.osmarsilva@gmail.com
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