Sábado, 28 de março de 2020 - 23h47

O pior da pandemia: alguém dizer que não precisa se vacinar (de nada) porque se julga melhor analista do que os cientistas sobre o que faz bem (ou não) ao corpo dela e de seus filhos, por exemplo. É a ideia de que a liberdade nos confere o "direito" de fazer qualquer coisa. Um megaliberalismo que lembra crianças fazendo birra pra comer. “Uma doença infantil do capitalismo”. Sem vacinas você diz, hoje, mas experimente ficar amanhã e depois sem antibióticos, anti inflamatórios ou os mais simples analgésicos. No fundo, esse combo de liberalismo é o avesso da liberdade, quando o agir (responsável) não ameaça os demais. Ninguém se emancipa do risco da pandemia, nem da política (boa ou má), no máximo se previne. É óbvio que liberdade sem emancipação é egoísmo e “inconsequencialismo”: uma “desrazão” anti iluminista. Uma aposta constante na consciência individual ser portadora de verdades para além do conhecimento acumulado pela Humanidade. Este tipo de pensamento megaliberal, anticoletivista, portanto, é o outro lado do negacionismo da pandemia COVID-19.
Quarta-feira, 1 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)
O título é óbvio demais, é a obviedade ululante de Nelson Rodrigues. Por isso vou gastar pouquíssima tinta com esse caso. Fiquei t

Educação Financeira - ou conversa para boi dormir
Por que a educação é um projeto sempre adiado?Porque não há um projeto de país (tipo Getúlio Vargas ou JK) e, mais do que isso, porque é um projeto

Todos os dias no Brasil quatro mulheres são mortas simplesmente por serem mulheres – inclusive hoje, no Dia Internacional da Mulher. O país registro

O papel do intelectual (orgânico) no século XXI - nossa missão é denunciar e agir
Estamos aturdidos, alguns literalmente mortificados com os atuais bombardeios, as gravíssimas violações da ordem internacional e das soberanias, tan
Quarta-feira, 1 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)