Sexta-feira, 4 de outubro de 2024 - 14h25


Nicolás Maduro fraudou as eleições da Venezuela e
perdeu para Edmundo Gonzalez Urrutia que obteve 67% contra 31% do Bigodon. Quem
diz é o Centro Carter, que acompanhou a eleição presidencial na Venezuela a
convite do regime, num documento que entregou ao Conselho Permanente da OEA com
as atas eleitorais que mostram a derrota do Maduro. Os três porquinhos Brasil,
México e Colômbia queriam a apresentação das atas eleitorais por Maduro, sem
sucesso, que resultou num prejuízo diplomático internacional para o trio e em
especial para Sêo Lule que bancou e banca a farsa bolivariana. A fraude, não foi
durante a votação, diz o Centro Carter, mas na divulgação da falsa vitória de
Nicolás Maduro. O representante do Centro Carter explicou aos dirigentes da OEA
as atas entregues resumem as informações das mesas de votos e as suas cópias
são entregues aos fiscais de cada partido, e a outros observadores. Do rolo, os
três porquinhos e Sêo Lule saem enlameados da briga alheia e bem menores do que
são. Uma camisa de onze varas para quem merece realmente camisa de força.
1.2- A
fraude exposta II

Falar sobre Chaves, Maduro e Venezuela é como
conjugar o verbo fraudar. A fraude venezuelana é múltipla e perene. Fraude democrática,
eleitoral e até natalina. No dia em que a OEA atesta para o mundo que Nicolas
Maduro roubou a eleição de Edmundo Gonzalez, El Bigodon inaugura um Natal fora
de época e com duração de meses, para festejar alguma coisa que só existe na
cabeça torta daquele que diz falar com Chavez encarnado numa ave. Maduro certo
feita se saiu com esta: "De repente entrou um passarinho, pequenininho, e
me deu três voltas aqui em cima, parou em uma viga de madeira e começou a
cantar, um assobio lindo. Fiquei vendo-o e também cantei para ele: ‘se você
canta eu canto’. O passarinho não me estranhou. Cantou um pouco deu uma volta senti
o espírito dele [Chavez]". É caso para camisa de força e com vaga em
qualquer hospício sem guia de internação.
1.3- Tá
tranquilo, tá favorável

êo Levandósque da justiça proibiu a PRF de bloquear
estradas durante as eleições de domingo. Quer que a PRF facilite o eleitor e que
organize vias alternativas se necessário. "Temos um aparato montado, de
prontidão para intervir localmente a pedido do juiz eleitoral local" que no
caso, é autoridade federal para agir. E nada de armas 48 horas antes e 24 horas
após eleições, para que o eleitor se sinta "livre de
constrangimentos" ao exercer seu direito e sua vontade na urna. Será que
tem a ver com a eleição passada quando a PRF foi acusada de barrar eleitores no
Nordeste? E a fiscalização de rotina será relativizada? Isso não pode facilitar crime?
A pergunta é retórica. Mas eu gostei da proibição das armas. Sé acho que 72 é pouco.
Quem pode tudo e pode bem mais. Abolir armas no país todo e fiscalizar o
cumprimento da ordem é tudo que queremos, mas é preciso que só bandidos e o
ministro sabe quem são e onde estão, sejam o objeto da sua proibição. Cidadão
sem antecedentes portando arma não. Arma para cidadão decente é defesa. 1.4- Voar,
voar, subir, subir...

O incidente com o avião da presidência da república
no México, foi a senha para uma troca do avião: “Um país como o nosso, do
tamanho do Brasil, merece ter um avião de maior porte para transportar o
presidente”, disse o Brigadeiro Damasceno da Aeronáutica. No México foi
obedecido o protocolo que o caso exige e o presidente e comitiva não correram riscos
em qualquer momento da operação até pousar, já encontrando outra aeronave em
solo, abastecida e que partiu imediatamente retornando ao Brasil. "Pessoalmente
eu defendo [a compra de uma nova aeronave]. Esse avião completa
20 anos em 5 de janeiro. O avião é seguro, mas além disso ele tem autonomia que
nos atende em parte. Acho que um país como o nosso, uma potência mundial, entre
as dez maiores economias do mundo deve ter um avião maior, que tenha mais
autonomia e mais espaço para levar o mandatário do país”, diz o Brigadeiro. Lembro
que o avião A-319 tem vida útil de 25/30 anos para transporte de passageiros,
bem diferente do uso pelo presidente da república. Com 30 anos e manutenção sua
vida útil dobra. A troca implica num gasto de R$ 400 milhões. E aí? Trocar por
que? Faça-me o favor...
02- Penúltimo pingo

Ao faltar o debate no Cremero, a candidata Mariana já
deixou a pista que não iria ao debate da Globo, o último evento feito às
vésperas da eleição. Faltar a esse debate era improvável antes, quando a TV
ditava regras, criava modas e alterava costumes. O tempo passou e a ágora, o espaço
onde os gregos se reuniam para falar e promover atividades cívicas se
transformou. A ágora do mundo moderno são as redes sociais. Creio que a
candidata e a equipe avaliaram que entre ser a previsível vidraça, o melhor era
escapar das pedras pela janela e ela o fez. Mas pelas regras acordadas as perguntas
dos adversários foram dirigidas ao púlpito vazio. E sem a candidata presente o
relho foi para as costas do prefeito Hildon Chaves. Hora de avaliar o saldo da
manobra A sorte está lançada, ou alea jacta est em bom juridiquês (smj).
03- Ponto final

Zé de Nana me enviou pelo “zap” esta mensagem:
“morreu o jornalista mais educado da TV. Cid Moreira nunca deixou de dar boa
noite pra nós, mesmo quando tava apressado pra acabar o jornal. Era boa noite
na entrada e boa noite na saída. E ele vai pro céu. Ensinou muita coisa da Bíblia
pra nós...”.
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