Sexta-feira, 4 de abril de 2025 - 14h00
O STF reduziu o dano da sua estupidez feita durante
a pandemia ao dar suporte à ADPF 635 impondo barreiras às operações policiais
nas favelas cariocas a partir da análise de Sêo Fachin, o especialista em CEP no
Brasil Estudo do CNJ revelou que as facções criminosas com várias derrotas impostas
ao estado oficial, dobraram de tamanho, criando um narcoestado em grandes áreas
com leis próprias, sem serem amoladas face ao erro crasso do STF que na prática
impedia o combate a bandidos de vários
espectros e em especial traficantes e milicianos. A PF a partir de agora será a responsável por
investigar crimes com repercussão interestadual e internacional no Rio. O Rio fará
um plano para reduzir a letalidade policial e recuperar territórios dominados
pelo narcotráfico. E aqui, novamente o STF enfia o pé na jaca e escorrega na
casca de banana que ele próprio jogou no chão quando em seu voto, Sêo Dino, o
especialista em subir o morro sem escolta “ocupou seu lugar de fala” com essa:
“O que tem de principal no crime organizado no Rio de Janeiro não está nos
bairros populares. Não está nos morros, nem nas periferias. Na verdade, está no
asfalto". O bobo da corte se achando acrescentou que segurança pública não
é somente dar "tiros a esmo", pondo a cereja no bolo do governo que
quer o SUS da segurança com a ideia jerical do Levandosque.
1.1- Rondônia também quer
Na reunião com Sêo Lule e Sêo Levandósque sobre o
SUS da segurança, alguns governadores pularam mais que saci em chapa quente com
razão. Ou aceitavam a baboseira e poderiam até receber algum em troca de passar
o comando de suas polícias para a União ou ficavam fora do festim, mas
excetuando a passagem de comando, queremos tratamento igual. A fronteira de
Rondônia com a Bolívia, que produz cocaína, é de mais de 3.400 km de extensão e
não temos dinheiro, tropas e estrutura para policiar e fiscalizar. Faz pouco
tempo, as facções tocaram o terror em Porto Velho e tivemos que lutar sozinhos
para conter a bagaceira com ônibus incendiados e o povo escondido em casa. Queremos
a Guarda Nacional, PF, PRF e FFAs fazendo o trabalho que lhes cabe que é o
combate ao crime internacional com força marítima, aérea e ostensividade do
Exército na fronteira para vivermos em paz produzindo e não largados às feras
como estamos hoje. E chega desse SUS da segurança. Se o velho SUS da saúde é
precário, imagine o de segurança.
1.3-
Harmônicos e independentes
Para pensar, pois não há saída do labirinto
e o minotauro funga o nosso cangote. O legislativo ou congresso sabatina juízes
do STF, empossa o presidente, faz leis, da república, faz as leis, aprova o orçamento
da examina e define os projetos do Executivo e pode defenestrar o presidente da
república ou qualquer ministro do STF. Por óbvio tem mais relevância e vive na caixinha
criada por Montesquieu - que se revira
no túmulo - para ser independente e harmônico. Mas o mundo gira, a Lusitana
roda, o Congresso capota e se torna precáio e patético apesar de seus 594
representantes do povo. Ocorre que a atividade parlamentar não raro infringe a
lei e processos de crimes para os parlamentares desaguam no foro privilegiado. Advogados
esgrimem defesas mantendo-os ao largo das sentenças e é aí o rabo torce a porca.
Por qualquer dá cá uma palha um ministro brande o processo pondo o indigitado
de joelhos como ocorre agora, com o STF ostensivamente mantendo na rédea curta Bolsonaro
e família e em paralelo usando velhos processos contra a tentativa da Câmara
dos Deputados de conceder anistia a participantes do 8/1. Qualquer semelhança
atual com Hugo Mota ou Kassab não é mera coincidência.
1.3-
A melhor defesa é a técnica
Bolsonaro e mais sete pessoas se tornaram réus no
STF e as defesas dele e de mais sete apresentaram denúncias e pedidos para
revisão e listo seis condutas que as defesas em conjunto entendem como ilegais
sem tecer opinião sobre o tema. O trabalho é da Revista Crusoé e deixo o link
para quem gosta de política e de direito para uma leitura mais aprofundada. Não
tenham medo e leiam, ato de ler e depois de pensar por enquanto ainda não é
crime no Brasil. Clique neste
link leia e dê asas à sua imaginação. Aproveitem. Não
individualização das condutas; Julgamento não deveria ser no STF, mas na
primeira instância; Julgamento não poderia ser na Primeira Turma, mas no
plenário; Zanin e Dino deveriam ser declarados suspeitos ou impedidos; Alexandre
Moraes não poderia ser vítima, relator e juiz; Advogados não tiveram acesso
total aos autos. É uma treva jurídica!
1.3-
Quem diria... até tu Brutus?
Na coluna anterior comentei “Vai dar pano pra mangas os grampos na ARON e a descoberta da armadilha
e da teia de envolvidos. A política surpreende com práticas rasteiras e parece
que sempre piora. Ver a trama e os nomes que agiram para derrubar Hildon Chaves
que deixou a Prefeitura de Porto Velho com boa aprovação após dois mandatos, é
de embrulhar os estômagos. Destruir uma liderança política é ruim para toda a
sociedade.” Estrategista e vendo a camisa de onze varas em que os golpistas
se meteram, Hildon Chaves fez um lance ousado abrindo mão da Arom, revelando a
sordidez do golpe e convocando novas eleição. Um nó na cabeça dos malinos e Zé
de Nana comentou: “cuidado com o que você pede pois às vezes Deus atende.” Pelo
trotar da mula véia junto com a Arom irão a investigação, o processo judicial e
a queda em desgraça. Quem sobreviver verá.
1.6- Último pingo
Que coisa... Direto do mastro, em meu cesto na casa
do ca(*)alho, olho a profusão de nomes por 3 vagas. Ninguém se engane é só pelo
fundão eleitoral. Que coisa...
Elias Rezende, o novo Chefe da Casa Civil
A data deixou dúvidas sobre a veracidade, mas é fato. Elias Rezende, o nome mais lembrado para a vaga deixada pelo ex-poderoso Jr Gonçalves, assume
Zé de Nana pintou aqui e disse: “Né só bala e faca que mata não. Batom também mata nem que seja de raiva”, referindo-se a Débora, hoje um dos nomes
Cabe só ao governador definir a mudança que se esperava acontecer na chefia da Casa Civil. O tempo foi passando, teorias e buchichos acontecendo, a
Para surpresa de ninguém, uma fatia do STF, apenas uma parte dos julgadores, se reuniu hoje para decidir sobre a admissibilidade da denúncia da PGR