Quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025 - 07h50
Bagé, 26.02.2025
Continuando
engarupado na memória:
Tribuna da Imprensa n° 4.307, Rio, RJ
Segunda-feira, 23.03.1964
Em Primeira Mão
(Hélio Fernandes)
Enquanto as Forças Democráticas
reagem às pressões do Governo Goulart, que procura intimidar o Congresso,
através de seu dispositivo sindical-militar, os dirigentes das facções
esquerdistas anunciam para “os próximos
dias”, quase certamente para meados de semana que vem, a reforma
ministerial completa. Somente os ministros militares que construíram o sistema
de segurança do governo serão mantidos nos postos. Ninguém sabe se o Ministro
da Marinha está incluído entre os que permanecerão, depois das suas atitudes
responsáveis enquadrando o almirante Aragão.
Tribuna da Imprensa n° 4.308, Rio, RJ
Terça-feira, 24.03.1964
Governo e TV-Rio: Censura e Dignidade
(Hélio Fernandes)
A liberdade de palavra
foi ontem violentada por exigência da censura do sr. Jurema e com a cumplicidade,
acovardada e pusilânime, da alta direção da TV-Rio. E mais do que uma
violência, a censura do “ministro” da
justiça e a direção da TV-Rio cometeram uma indignidade, mutilando a minha
palavra. Das 30 linhas que eu escrevi sobre a legalização do Partido Comunista
CORTARAM 27, LEVANDO AO AR APENAS 3 LINHAS DO QUE EU DISSE. Estou constituindo
advogado hoje, para processar a direção da TV-RIO e impedir que ela leve ao ar,
através do “vídeo-tape”, em todo o
Brasil, a minha palavra mutilada, truncada, sem sentido. E para que o leitor tome
conhecimento do que eu afirmei, gravado em “vídeo-tape”,
no programa “Noite de Gala”, e que
foi criminosamente censurado, publico na íntegra as minhas palavras. Apenas as
três primeiras linhas foram transmitidas no “Noite de Gala”, cortando-se a minha palavra abruptamente, quando
acabei de pronunciar a expressão “discussão
sobre esse assunto”.
AS MINHAS PALAVRAS NA
ÍNTEGRA SÃO ESTAS:
Não sou contra nem a
favor da legalização do Partido Comunista, por uma razão muito simples: o
PARTIDO COMUNISTA JÁ ESTÁ NA LEGALIDADE. Por esse motivo considero totalmente
inepta e sem sentido qualquer discussão sobre esse assunto. É fácil mostrar que
o Partido Comunista está na legalidade, e mais: DOMINA TOTALMENTE O GOVERNO.
Vejamos:
O chefe da Casa Civil, instrutor de alunos Darci
Ribeiro, é comunista; o chefe da Casa Militar, general Assis Brasil, é
comunista. Comunista é o Consultor-Geral da República, Valdir Pires, como
comunista são alguns dos principais assessores do sr. João Goulart.
No Ministério de Minas e Energia existe uma
verdadeira ditadura de assessores e pareceristas comunistas. No Ministério da
Educação, o sr. Paulo de Tarso montou uma completa estrutura comunista, que foi
mantida, por subserviência e covardia, pelo atual ministro-interino, Júlio
Sambaqui.
A Petrobras não é mais um ninho comunista, pois se
transformou numa imensa fortaleza comunista, uma verdadeira ponte para a
implantação da ditadura russa no Brasil. A Eletrobrás está dominada pelos
comunistas, como dominada está a Rádio Nacional, onde um “Soviete Supremo” escolhe a dedo os que devem ocupar posições de
mando e destitui os que cometem o crime de se impor ao domínio vermelho.
O CGT, o PUA, a UNE, o Fórum Sindical de Debates
não são órgãos de reivindicações dos trabalhadores, pois são antes de tudo e
sobretudo agentes da revolução russa no Brasil. Na Leopoldina foi montada a
mais perfeita máquina de agitação e subversão já vista no Brasil, e que não tem
outro objetivo a não ser paralisar as nossas atividades construtivas.
Com esse quadro que
descrevi sucintamente mas que é muito mais grave, torna-se fácil compreender
que não adianta discussão sobre a legalização do Partido Comunista, pois e ele
que comanda o governo brasileiro, dita normas, impõe condições ao presidente
João Goulart e aos outros. Esses falsos líderes, hoje se servem do Partido
Comunista. Mas amanhã serão os primeiros a serem vitimados pela traição
vermelha. Por isso, pela virtual legalização do Partido Comunista é que
considero imbecil e sem sentido qualquer discussão sobre o assunto.
Tribuna da Imprensa n° 4.309, Rio, RJ
Quarta-feira, 25.03.1964
JG Começa Golpe Pela Divisão do Congresso
Um plano para
fechamento do Congresso Nacional, em manobra destinada a criar condições
favoráveis à convocação de uma Constituinte, esteve prestes a ser executado
pelo sr. João Goulart, em íntimo entrosamento com o general Assis Brasil. O
episódio, agora conhecido em seus pormenores, mostra que a ideia de golpe é uma
constante nos setores governamentais, cada vez mais distanciados dos ideais
democráticos que constituem, salvo melhor juízo, o sustentáculo do regime. Até
mesmo os instrumentos da aplicação da força já estão definidos: um conjunto de
normas, para eventual utilização em Estado de Sítio, já estimula os que somente
veem no Golpe uma saída para o impasse a que o País é conduzido.
# Governo já tem Leis
Para o Golpe #
Um manual para ser
utilizado, à primeira vista, em casos de decretação de Estado de Sítio, mas, na
verdade, sempre que o governo estiver disposto, em poucos minutos, a controlar
todos os veículos de radiodifusão do País encontra-se presentemente aberto na
mesa do Sr. João Goulart.
1. FINALIDADE
1.1. Este documento tem por finalidade, dando
cumprimento ao que estabelece a letra t, do artigo 29, da Lei n° 4.117, de 27
de agosto de 1962 – CÓDIGO BRASILEIRO DE TELECOMUNICAÇÕES – sugerir normas para
a censura nos serviços de telecomunicações, em caso de declaração de Estado de
Sítio, de tal forma que as telecomunicações possam contribuir, eficientemente,
para o pronto regresso do País à situação de normalidade.
1.2. Ao mesmo tempo são sugeridas normas que, embora não
se liguem diretamente com as problemas da censura, estão intimamente
relacionados com a sua solução.
2. LEGISLAÇÃO BÁSICA PERTINENTE
2.1. Constituição Federal – Artigos 206 a 215.
2.2. Lei n° 1.802, de 5 de janeiro de 1953 – Lei de Segurança Nacional.
2.3. Lei n° 4.117, de 27 de agosto de 1962 – Código Brasileiro de
Telecomunicações.
3. NORMAS GERAIS
3.1. A COMPETÊNCIA PARA A ORIENTAÇÃO E EXECUÇÃO DA CENSURA É DO GOVERNO
FEDERAL. Justificativa: tal princípio, decorre do próprio entendimento do
Código Brasileiro de Telecomunicações que, criando o Conselho Nacional de
Telecomunicações [CONTEL] deu-lhes, inclusive, a competência de sugerir
estas normas.
3.2. A CENSURA NOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES DEVERÀ SER EXERCIDA EM TODO
O TERRITÓRI0 NACIONAL, SEJA QUAL FOR A REGIÃO ATINGIDA PELA DECLARAÇÃO DO
ESTADO DE SÍTIO. Justificativa: Os serviços de telecomunicações não podem ser
encarados em âmbito restrito, dada à possibilidade de divulgação de notícias em
todo o território nacional, atingindo os agentes receptores, em geral,
inclusive aqueles localizados na zona sob o Estado de Sítio.
3.3. A CENSURA NOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES DEVE TER DIRECÃO
CENTRALIZADA E A EXECUÇÃO DESCENTRALIZADA. Justificativa: A continentalidade do
espaço geográfico do nosso País, a necessidade de se manter a coesão nacional,
particularmente no caso de declaração de Estado de Sítio, e a diversificação
das nossas regiões características, exigem medidas aparentemente opostas, no
que diz respeito à direção e execução da censura: assim, a necessidade de uma
orientação uniforme para a ação governamental impõe a direção centralizada, ao
passo que regiões diversificadas e distantes, tornam imperativa a execução
descentralizada da censura, permitindo que ela se exerça de maneira imediata,
evitando, principalmente, a propagação de notícias que possam agravar a
situação.
3.4. DURANTE O ESTADO DE SÍTIO AS COMUNICAÇÕES DE INTERESSE DO GOVERNO
TERÃO ABSOLUTA PRIORIDADE SOBRE AS DEMAIS. Os sistemas de telecomunicações de
que dispõe o País, atualmente, estão longe de atender às suas necessidades
menos nos setores de maior interesse; isto importa em uma incapacidade total
para suportar, no caso de Estado de Sítio, a sobrecarga que forçosamente lhes
será imposta. Daí, a necessidade da fixação de medidas que concedam absoluta
prioridade para as comunicações que visem; a assegurar a eficiência e a
oportunidade da ação governamental.
3.5. MANTER A CONTINUIDADE E RAPIDEZ DOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES.
Justificativa: Para fazer face ao Estado de Sítio, além do planejamento de
dispositivos de segurança, indispensáveis para assegurar a continuidade dos
serviços de telecomunicações, e das medidas que manterão esses serviços no
ritmo acelerado que lhes será exigido, há necessidade, também, da previsão de
providências, capazes de permitir que a censura se realize sem prejuízo
daquelas continuidades e rapidez.
4.
NORMAS ESPECÍFICAS
4.1. Para os serviços de
radiodifusão:
1ª Procurar manter a programação normal das
emissoras.
2ª Proibir os programas de entrevistas,
comentários e de debates de natureza política ou relacionados com a situação de
anormalidade que estiver sendo vivida.
3ª Possibilitar, a qualquer momento, a
organização de cadeias de radiodifusão, para uso do Governo Federal.
4ª Só transmitir os programas noticiosos depois
de visados pelo Censor.
5ª Fechar ou bloquear as estações, clandestinas
ou não, que estejam se opondo à ação governamental.
4.2. Para os serviços telefônicos
e telegráficos.
1ª Censurar as comunicações telefônicas e
telegráficas que julgar conveniente.
2ª Não permitir a transmissão de mensagens
cifradas ou codificadas.
3ª Censurar os serviços das agências noticiosas
nacionais ou estrangeiras.
4.3. Para os serviços de
radioamadorismo.
1ª Fiscalizar esses serviços, mantendo-os
estritamente, dentro de suas verdadeiras finalidades.
2ª Proibir a troca de notícias e envio de
mensagens, de qualquer natureza, ligadas, direta ou indiretamente com a
situação que estiver sendo vivida.
3ª Aproveitar, se necessário, serviço de
radioamadorismo, na forma da lei, na complementação das comunicações militares,
sob o absoluto controle das autoridades militares.
4ª Suspender a execução dos serviços de
radioamadorismo, quando a situação assim o exigir.
4.4. Para outros serviços.
Aos outros serviços são aplicadas, no que couber,
as normas até aqui especificadas.
5. PRESCRIÇÕES
DIVERSAS
5.1. Cabe ao
executor do Estado de Sítio a indicação dos elementos encarregados da
realização da censura.
5.2. Cabe aos
censores, no desempenho de suas atribuições, iniciar a formação do processo
criminal, sempre que as circunstâncias, assim o exigirem.
5.3. Deverá
ser posto à disposição dos encarregados da censura, pessoal para as ações
imediatas que se fizerem necessárias.
5.4. O
serviço de fiscalização, ainda realizado pelo Departamento dos Correios e
Telégrafos deverá ser imediatamente reforçado.
Conspiração Tinha Meta: Constituinte
Os
deputados João Herculino, António Brezolim, Sérgio Magalhães, Almino Afonso,
Miérvines Lima e Max da Costa Santos estiveram reunidos, sexta-feira, com o sr.
João Goulart e o gen. Assis Brasil, acertando detalhes para o pedido de
fechamento do Congresso Nacional, que seria encaminhado pelo presidente da
República aos parlamentares que o apoiam, caso o Congresso se transferisse para
São Paulo, nos termos do projeto de autoria do deputado Carvalho Sobrinho. O
projeto de transferência do Congresso para São Paulo chegou a ser aprovado pela
maioria dos deputados, na semana passada. Entretanto, a Mesa da Câmara,
alertada por um deputado do PTB, recuou de seu propósito quando descobriu o “complô” que estava sendo armado pelos
deputados ligados ao sr. João Goulart.
O Golpe
O
golpe preparado pelos deputados governistas e assessores do presidente da
República consistia no seguinte: esses parlamentares apoiariam a ideia da
transferência do Congresso para São Paulo. Consumada a transferência, voltariam
para Brasília, onde se instalariam. Elegeriam uma nova Mesa Diretora e fariam o
Congresso funcionar na Nova Capital. Nesta ocasião, votariam um pedido de
cassação dos mandatos dos deputados que se transferiram, convocando em seguida
seus suplentes. Diante da dualidade do Congresso, o sr. João Goulart pediria
aos parlamentares que o apoiam o fechamento do Congresso Nacional e a
convocação de uma Assembleia Constituinte. Os parlamentares janguistas
estiveram durante toda sexta-feira reunidos com o general Assis Brasil e
assessores do sr. João Goulart, tendo em seguida um encontro com o próprio
presidente. O fato chegou ao conhecimento da Presidência da Câmara, que o
transmitiu aos demais deputados.
Russos Dirigem
O
deputado José Bonifácio, primeiro secretário da Câmara dos Deputados, disse à “Tribuna” que o Brasil está sendo
dirigido por um grupo de técnicos russos altamente qualificado em “guerra revolucionária” e que não pode
ser identificado por mais esforços que se faça. “Perto da capacidade desse grupo, Assis Brasil, Darci Ribeiro e Jango
são figurinhas de terceiro plano”, afirmou. Exemplificou com o fato de que,
neste Governo, qualquer vaga em cargo público é preenchida, em menos de 24
horas, por um comunista fichado, antes mesmo que se possa levantar a identidade
do novo ocupante do cargo. Disse o deputado José Bonifácio que as demissões
fazem parte do plano de preenchimento dos postos chaves por pessoas de “confiança”.
Mudança do Congresso
Um
dos pontos mais importantes da “guerra
revolucionária”, segundo o deputado José Bonifácio, é o de criar condições
para que Congresso Nacional fique isolado em Brasília sem ressonância no
cenário da política nacional.
Para isso o Poder Executivo vem dando a
mais prestimosa colaboração aos adversários do regime democrático,
transformando a capital do País numa chaga social, tais os problemas que se
avolumam dia a dia. Se as condições sociais de Brasília continuarem sem
solução, tornando insuportável a permanência do Congresso lá, seremos obrigados
a nos transferir para outro lugar, onde existem condições reais de
funcionamento do Legislativo
O primeiro secretário
da Câmara afirma que, quando se transferiu a capital para o Planalto, a mudança
foi feita para atender a medidas de maior comodidade dos parlamentares e
autoridades em geral, mas que Brasília nunca teve condições de habitabilidade e
as poucas que tinha estão desaparecendo paulatinamente.
Sem Condições
“Brasília é hoje uma cidade que não tem mais condições para ser a
capital da República”, afirma o sr. José Bonifácio. Este é o pensamento da
imensa maioria dos deputados e senadores.
Já às 09h00, não é possível telefonar-se para
ninguém. Não há linha. Isso até às 18h00. Se chove, além dos telefones que
deixam de funcionar, as ruas ficam intransitáveis pela lama acumulada.
Estas afirmações do
primeiro secretário da Câmara foram confirmadas pelo deputado Muniz Falcão, que
acrescentou que o governo está criando sérios problemas de ordem social
impossíveis de serem solucionados. Disse o ex-governador de Alagoas:
Devido ao fato de ser a capital da República, e das
suas maravilhas exaltadas pelos líderes do governo, um grande número de pessoas
desempregadas acorre a Brasília, criando problemas sociais insolúveis. Mais
agravados ainda quando se sabe que em Brasília não se construiu mais. Desde que
assumiu o governo, o sr. João Goulart não assentou mais um tijolo na nova
capital.
Jango já Foi
O Poder Executivo já
deixou a capital e se transferiu para a Guanabara Os Ministérios só funcionam
em Brasília teoricamente, segundo opinião unânime dos parlamentares. Quando se
procura uma informação em qualquer repartição do governo, o pedido é enviado
para o Rio, esperando-se de seis a sete meses pela resposta. Disse o deputado
José Bonifácio:
O Presidente da República só aparece em Brasília
esporadicamente. Até seus filhos foram retirados das escolas da nova capital,
e, segundo me informaram, estão matriculados em escolas da Guanabara, e decisão
que não reprovo no presidente.
(*) Hiram Reis e
Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor,
Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;
Link: https://youtu.be/9JgW6ADHjis?feature=shared
Campeão do II
Circuito de Canoagem do Mato Grosso do Sul (1989);
Ex-Vice-Presidente
da Federação de Canoagem de Mato Grosso do Sul;
Ex-Professor do
Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);
Ex-Pesquisador do
Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);
Ex-Presidente do
Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM – RS);
Ex-Membro do 4°
Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul (CMS);
Ex-Presidente da
Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);
Membro da
Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);
Membro do
Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS – RS);
Membro da
Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER – RO);
Membro da
Academia Vilhenense de Letras (AVL – RO);
Membro do
Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós (IHGTAP)
Comendador da
Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Sul (AMLERS);
Colaborador
Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG);
Colaborador
Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN);
E-mail: hiramrsilva@gmail.com
Qualquer Semelhança não é Mera Coincidência – XXXIX
Bagé, 24.02.2025 Continuando engarupado na memória: Tribuna da Imprensa n° 4.306, Rio, RJSábado, 21 e Domingo 22.03.1964 Na Praça que é do Povo(Hé
Qualquer Semelhança não é Mera Coincidência – XXXVIII
Bagé, 21.02.2025 Continuando engarupado na memória: Tribuna da Imprensa n° 4.305, Rio, RJSexta-feira, 20.03.1964 A Hora é de Grandeza(Hélio Fernan
Qualquer Semelhança não é Mera Coincidência – XXXVII
Bagé, 19.02.2025 Continuando engarupado na memória: Tribuna da Imprensa n° 4.302, Rio, RJTerça-feira, 17.03.1964 Oposição Articula-se em Contra-Ofe
Qualquer Semelhança não é Mera Coincidência – XXXV
Bagé, 14.02.2025 Continuando engarupado na memória: Tribuna da Imprensa n° 4.300, Rio, RJ Sábado, 14.03.1964 e Domingo 15.03.1964 Lacerda Condena J