Quarta-feira, 15 de janeiro de 2025 - 16h46


Houve um tempo em Porto Velho em que adolescentes marcavam
dia e local para troca de tapas. O Coronel Ferro cuidava do caso quebrando a
espinha dorsal dos gangueiros com a doçura do cassetete e esporro no pé da
orelha. Porto Velho era tão pequena quanto o juízo dos gangueiros e mudou tanto
que até o Ferro vestiu o pijama e as gangues do trator, areal, panair são hoje
lembranças. Houve um tempo em que um ministro de justiça criou as penitenciárias
federais, dentre elas a de Porto Velho onde Marcio Thomas Bastos pôs o ovo da
serpente chocando.. Advogados craques em processos da fina flor da baixa
canalha chegaram com os familiares dos faccionados - bandido também tem - e o
crime se alastrou como jambu em terra boa. Desde o início, a luta foi desigual
e a leniência e elasticidade na aplicação da lei naufragaram miseravelmente. Semana
passada um celerado morreu em confronto com o BPTAR e FTICCO e os comparsas resolveram
vingá-lo e quem pagou o pato foi um PM Fábio Martins emboscado e morto no
Orgulho do Madeira e a terror passou a tomar conta da capital. Mão de ferro é a
via contra essa insanidade dos bandidos, mas é preciso que haja ações perenes
sufocando as facções. E o povo precisar ajudar a polícia, denunciando o
esconderijo e as movimentações pelo 197. Segurança pública é realmente pública.
É de todos nós.
1.1- Segurança, o exemplo de São Paulo

Pesquisa nacional do Instituto Paraná, mostrou que
política linha dura de Tarcísio Freitas na PM de São Paulo tem 53,1% de apoio.
Perguntados sobre a PM de SP ser mais violenta do que a de outros estados,
33,8% disseram “sim”, 26,1% “não”, 26,2% “igual” e 13,9% não responderam ou não
opinaram. Apesar da pressão, Tarcísio mantém o secretário de Segurança Pública,
capitão Derrite, no cargo e para desespero dos bandidos diz que do fica como
d’antes. O entendimento e a confiança entre Tarcísio e Derrite sobrevive em
meio às pressões Tarcisio afirma: “Não pretendo fazer mudanças por ora. É claro
que a gente se sensibiliza com a dor dessa mãe e do pai. Eu entendo as
manifestações que eles têm emitido, são perfeitamente compreensíveis e no lugar
deles eu estaria procedendo da mesma forma. Existe o desejo de ver justiça, eu
acho que a justiça tem que acontecer e vai acontecer porque os responsáveis
irão a julgamento. É perfeitamente compreensível e óbvio isso provoca a
reflexão”. O caminho para o Brasil é esse.
1.1- Tudo junto e misturado

Anunciei há poucos dias a
tendência de se fundirem PSD e PSDB. Outra fusão ou federação está no forno: União
Brasil, PP e Republicanos buscam juntar mais deputados para dominar ad
eternum e mais três dias o miolo da política rachando o centrão, onde reina
absoluto o PSD. Pela atual configuração da Câmara pode-se garantir que só os partidos
de espectro esquerdista têm espaço determinado e sem vislumbre de mudanças, salvo
no próprio campo. A Câmara, com ou sem fusões é um amontoado de siglas metà
sinistra, metà destra, em uma análise mais voltada para
identificar espectros. De olho nas votações, porém, essa análise fica entre otimista
e ingênua. O toma-lá-dá-cá dita o ritmo da casa, o escambo de cargos e emendas é
a porteira nas votações que levam o gado ao local da ração e água. E não por
acaso, pautas da esquerda raiz conseguem aprovação para alegria “duómi” e
choque do eleitor traído. Pelo andar da mula véia caberá ao PL ficar pendurado
pela broxa do bolsonarismo. Ironia Bolsonaro se diz imbrochável.
1.1- Liberdade expressa, (by Meta)

Semana passada a AGU deu um curto
prazo para a Meta explicar suas mudanças na política de moderação de conteúdo nas
redes sociais e eis a resposta: “A Meta está comprometida em respeitar os direitos
humanos e seus princípios subjacentes de igualdade, segurança, dignidade,
privacidade e voz. Buscamos dar voz às pessoas, servir a todos, promover
oportunidades econômicas, viabilizar que as pessoas se conectem e construam
comunidades, manter as pessoas seguras e proteger a privacidade. Nossas
políticas são um reflexo disso. As mudanças anunciadas visam a simplificar
nossos sistemas para diminuir o exagero na aplicação de nossas políticas e
reduzir erros. Até agora, vínhamos usando sistemas automatizados para detectar
violações a todas as políticas. Vamos concentrar o uso desses sistemas para
lidar com violações de alta gravidade como terrorismo, exploração sexual
infantil, drogas, fraudes e golpes”. Só faltou expor que seguirá a nossa Constituição.
É muita humilhação
02- Por que o ódio ao pobre?

Eu sei que o governo não vai taxar as operações do
PIX porque é impossível, mas não implica dizer que o governo não quer taxar. Ao
ouvir a negativa da criação de imposto pela taxação do PIX, tremi na base pois
não creio em qualquer um deles. Taxar é impossível, mas vão ferrar a vida do micro
empreendedor. Respeito quem vende almoço para comprar janta e o brasileiro está
nessa. Sei que informalidade e sonegação andam juntas, mas medir D. Maria com a
mesma régua que mede o Neymar ou o Ronaldo Fenômeno é sacanagem. Na sonegação
do pequeno há componentes que invisíveis e não mensuráveis. O dinheiro
invisível circula entre os pobres e gera uma economia subterrânea. Por que querer
saber da vida fiscal de quem gira, mas não possui R$ 5 mil? Lula não é só
mentiroso, é mau, é cruel.
03- Penúltimo
pingo

Que coisa... Na manhã de ontem a sede do diretório
municipal do PT em Diadema foi invadida e o bicho vai pegar. O local estava fechado
desde 21/12, os golpistas sujaram as imagens de Lula e Dilma e consta no BO que
levaram 1 impressora, 3 computadores, mas não roubaram livros. Livro? Necas de
pitiribas. E se o STF entrar no caso? Os vândalos já estão na correria para
descolar um crachá do Foro de São Paulo e um passaporte chinês para vazar para
a Venezuela. Que coisa...
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