Segunda-feira, 17 de março de 2025 - 12h10


“Eu jamais podia imaginar que
teríamos refugiados brasileiros mundo afora. Até poucos anos a gente não
sonhava em passar por uma situação como essa”, foi a frase mais forte de
Bolsonaro na concentração pró anistia no Rio de Janeiro. Além das mais de 400
mil pessoas, segundo a PM ou 30 mil segundo o Datafolha ou 18 mil segundo a USP
- matemágica tão real quanto a história do Brasil - para ouvi-lo, lá estavam os
governadores Cláudio Castro, Tarcísio de Freitas, Mauro Mendes do MT e Jorginho
Melo de SC, senadores Flávio Bolsonaro, Magno Malta, Portinho, Rogério Marinho,
Izalci, Wilder Morais, Fagundes e Cleitinho, deputados federais Nikolas,
Ramagem, Zucco, Terra, pastor Silas, políticos do Brasil inteiro e gente de
amarelo. Anistia já para os presos do 8/1 foi a palavra de ordem, mas houve cobranças
sobre segurança pública, Lula, inflação, carestia e claro contra o STF. “Anistia
já” é a pauta nacional da hora. Eu apoio.
1.1- Decisão salomônica ou pilatônica?

Quando se ausentou do para dar
lugar ao poste Dilma, Sêo Lule levou na matula o que havia recebido de presente
ou como bônus, por seu trabalho profícuo(?). Reclamações surgiram, mas foram
abafadas pela força petista à época. Mais à frente a oposição voltou à carga e
na Lavajato explodiu. A política gira, o Brasil capota, Bolsonaro entra e ao
sair, iguais reclamações e com a competência de sempre a esquerda o nomeou
“ladrão de joias” além de presentear a esposa com o nick “micheque”. Buchicho, desgaste,
leitura enviesada da lei, mas no fim, um tiro no pé pois ao acusar Bolsonaro a esquerda
coonestava o roubo de Lula pela Granero. Agora o TCU optou pela linha de
Salomão ou Pilatos ao dizer que não há crime e que ambos são donos de todos os
mimos recebidos. Lula pode usar o relógio de magnata e Bolsonaro pode ficar com
a grana do que já vendeu . Às vezes acho que o Brasil não tem mais jeito. Como
se pode ver, não há políticos ladrões; Lulas, Bolsonaros, Janones, Dirceus,
Paloccis, são pessoas decentes em conflito com a lei, uma coisica, um quase nada
passível de transação penal.
1.1- Avant-première de anúncio

Em Guajará Mirim um vereador deu
ao governador a colher de pedreiro usada na inauguração da pedra fundamental do
hospital há mais de 10 anos. Em São Paulo, Sêo Lule disse que vai realizar a promessa
da campanha passada: “Nós vamos anunciar, dia 18, terça, que quem ganha até R$
5 mil não vai pagar mais imposto de renda nesse país. A verdade é que quem paga
imposto de renda nesse país é quem tem desconto na fonte, porque não tem como
sonegar, mas quem ganha muito, às vezes nem paga. Inventa uma mutreta qualquer
para não pagar. Nós queremos é salvar o povo trabalhador de pagar o imposto de
renda enquanto muita gente rica sonega”. Sêo Lule criou assim oficialmente, o
anúncio extraoficial para anunciar no futuro, o anuncio oficial que o estado fará
via projeto de lei que enviará ao Congresso. É a “nomenklatura” petista. Para o
velho Lule, zoado, caindo nas pesquisas,
senil, maluco e babaquara, todo mato é caminho.
1.1- “Bamburro” do MST

Seus participantes já foram chamados de soldados, a
tropa em acampamentos, de exército. Invadiram e depredaram Congresso, terra
produtiva como a do FHC, destruiram laranjais, e a lista é enorme. Professam algo
como uma espécie de religião ligada à esquerda que prega a reforma agrária como
instrumento de luta. Não possuem CNPJ, mas operam com o apoio de partidos como
o PSOL e PT como uma holding do atraso. Agora nós vamos participar de forma
compulsória com o MST. É que precisando mais que nunca do seu exército para
manter-se no poder Sêo Lule vai beneficiá-los “como nunca antes nesse país” e o
MST entra no orçamento geral com R$ 750 milhões via Ministério do Planejamento,
ou seja, MDB, para duas ações que nada tem a ver com demandas do povo: R$ 400
milhões para a compra de alimentos da agricultura familiar e R$ 350 milhões
para o Fundo de Terras e da Reforma Agrária. De novo o PT fará o diabo para
tomar a eleição, como disse Dilma para fazer o pior governo do país. É a treva!
1.5-Sugestão para malhação de
judas

Uma tradição vem se perdendo: malhar o Judas no
sábado de aleluia. Lembrei disso ao ver Sarney que há 40 anos foi o primeiro
presidente pós ditadura, que todo ano era malhado. Sarney botou a cabeça do
lado de fora, como um tracajá num manguezal do Maranhão para apoiar Lula, que o
chamava de maior ladrão do país e deu conselhos. Talvez por isso o Vein do 3º
andar danou-se a falar em reeleição e acabar a carestia com alguns planos
furados como fez Sarney. Outro conselho foi, “melhor sair cedo por cima que
depois de velho”. Este ano o dia de malhar o judas será 19 de abril e, como Sarney
foi merecidamente bem malhado no seu tempo, sugiro desta feita a dupla Lula/Xandão.
E aí vamos juntos nessa?
02- Penúltimo pingo

Que coisa... Lula buscando o ladrão que “passou a
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