Quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025 - 19h02


E segue o sarau trazendo uma lição
que se aprende com muito sacrifício: “não empregue quem não possa demitir”. O outsider
eleito na esteira da aprovação de outro outsider nos remete ao início do
governo Rocha e a dificuldade para montar a equipe de trabalho. Com pouca
tradição, ele teve que pinçar amigos ou nem tantos para montar sua equipe e já
no início um problema que poderia gerar seu impeachment. Agindo politicamente a
ALE e o novo chefe da Casa Civil contornaram a crise e ali nasceu a confraria
“irmãos de armas”. O novo governador confiou ao “novinho” a gestão e a “porca
torceu o rabo”. Maquiavel ensinou: “Quando fizer o bem, faça-o aos
poucos. Quando for praticar o mal, é fazê-lo de uma vez só”. Rocha creio,
não leu o Príncipe e não ouviu Belchior: “Veio o tempo negro e à força, fez
comigo o mal que a força sempre faz”. O novinho envelheceu e Moraes Moreira
fecha o sarau com “Acabou Chorare”.
1.1- Quem poderá salvar-nos?

O desastrado personagem Chapolin, o anti-herói
medroso e ingênuo que se borra de medo com qualquer coisa, resolve os casos com
sua marreta plástica e “astúcia” para a felicidade dos indigitados que
perguntam: “E agora? Quem poderá salvar-nos”, dando a senha para a entrada bufa
e triunfal do Chapolin. No CPA a pergunta se repetiu: “quem poderá salvar-nos?”
mas a resposta não saiu até agora. Fala-se que o substituto do Jr. seria Elias,
Magno, um indicado da ALE, mas num “dejà vu” o góvi pode aparecer com um nome
desconhecido o para abrir a porta da esperança e da governabilidade. Faltando
pouco para o fim do mandato, tremo em pensar que Caetano Neto possa aparecer
com uma bomba como a das diretorias lá do início do governo. Os cacos de
cristais quebrados precisam ser recolhidos antes que Redano que tem os seus
sonhos comece a sonhar. A menos que o governador queira viver a política divéra.
1.1- Presente de grego

Depois de longo e tenebroso inverno a cidade de
Guajará Mirim terá o Hospital Regional e eis um problema: manutenção. Com
parcos recursos o município terá uma clientela bem maior para atender no
hospital. Bolivianos, peruanos, acreanos, amazonenses, moradores de Nova
California e Abunã irão buscar atendimento e é provável que o velho-novo
hospital já comece com novos-velhos problemas se depender da arrecadação do
município que mal pode manter-se com o excesso de proteção ambiental e a baixa
atividade empresarial com a perda de arrecadação resultante das medidas para a
ZLC. Sem emendas e apoio do governo do estado, o povo da Pérola do Mamoré vai
ter pouco a festejar. Um presente de grego não é mesmo Paulo Saldanha?
1.1- O drible da vaca

O chefe e braço dos Direitos
Humanos da OEA, Pedro Vaca, chegou ao Brasil e aplicou o drible da vaca
(perdão) na oposição brazuka. Em lugar de ouvir os oprimidos, foi ao STF para
ouvir os opressores. Devoto de São Tomé e crente que as renas voam, mas que
Papai Noel não existe, vou aguardar o relatório do Vaca sem esperar nada além.
Quem sabe mais à frente, noutra visita, saia alguma coisa com cara de verdade,
mais de verdade mesmo vi só a cara do Vaca olhando a cara do Dias Toffoli numa
capa censurada de O Antagonista. A visita da OEA é coisa apenas para inglês
ver. Ou melhor, para a vaca ver.
02- Boa ideia para o trânsito
Alguém resolveu pensar e para solucionar um
problema que não existia trocou a rotatória da Rio Madeira com Tiradentes por uma
praça de semáforos. A partir daí acidentes e com a implantação de um conjunto
de prédios na região, o caos. Estudos pela prefeitura estão sendo desenvolvidos
para o retorno de outra rotatória para facilitar o tráfego entre Lauro Sodré e
Imigrantes e espero que os estudos avancem para outros pontos na cidade.
Rotatórias dão fluidez ao trânsito, reduzem acidentes e eliminam os custos de
compra e manutenção dos sistemas semafóricos que só dão dinheiro para quem
implanta e mantém.
03- Penúltimo
pingo

Que coisa... Está pintando outra academia e segundo
dizem, de um importante político – seria ex? – que bamburrado vai trazer a
tecnologia de IA, Inteligência artificial para Porto Velho. O investimento para
montar a academia é alto e a mensalidade para frequentá-la seria para poucos e
bons. Uns 700 paus. É isso aí, quando uma coisa não dá certo, outra dá. Dá sim,
ora se dá. Que coisa...
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